Oito Livros
Meus marcadores

Você ainda não tem marcadores.

Seção 4. O Verdadeiro Amor Conjugal que pode Fascinar Até mesmo à Deus

Nós como indivíduos, temos nosso corpo e mente em contradição e por isso fazendo com que nosso corpo se torne unido com nossa mente centrado-se nela, temos que formar a base recíproca pela qual Deus possa habitar dentro de nossa mente.
Um homem e uma mulher assim ao receberem a Bênção dão entram em dar e receber de amor perfeito e ao sentirem alegria Deus os vê como flores que desabrocham na face da terra. E mais, a harmonia de todas as coisas gerada pelo devido ao amor destes é como uma fragrância para Deus. Deus tem buscado e deseja viver dentro da fragrância de uma flor assim tão bela. O fundamento onde se faz possível encontrar o amor de Deus é lugar onde se amam esposo e esposa. Este local é onde todos os seres criados e o universo vem a ser harmonizar em concordância. O que tem ensinado sobre tal assunto e tem ensinado tal caminho é a Igreja de Unificação, o Princípio da Igreja de Unificação.

Qual é a melodia que Deus mais gosta? É sorriso de um casal eterno, de um homem e uma mulher que gostam um do outro e são felizes. Um casal assim compreende e pode abraçar ao mundo e ao conduzirem suas vidas com um coração de acolher a todo o universo, sorrir se torna uma ocorrência natural. Esta bela imagem de um homem e uma mulher não é apenas um botão de flor perante Deus. O que seria isto então? Não é simplesmente um ideal ou uma suposição, mas sim estamos apenas falando sobre o mundo original.

Entre o casal, quando eles contemplam uma montanha que está adiante se perguntam: – “Para quem aquela montanha veio a existir?”. E ao pensarem sobre todo o universo se indagam sobre para quem este universo surgiu e assim chega-se à resposta de que eles vieram a existir “para mim e para ti”. Um casal é algo assim.
O que leva a cabo o propósito do surgimento deste universo, o que é considerado como o propósito subjetivo é o caminho para o casal se unir. Esposo e esposa trocam palavras, centrados no amor, no caráter e no coração. Eles seguem pelo mesmo caminho. Até mesmo uma jovem caipira, se ela se casar com um ministro o que acontece? Ela segue pelo mesmo caminho dele. Mesmo que esta mulher do campo não tenham nem conseguido concluir o segundo grau, todas as pessoas terão que inclinar suas cabeças chamando-a de “esposa do ministro”.
De tal modo, o casal segue junto. No casal pode haver separação entre o amor dela e o meu amor? O amor dela é o meu amor. Simultaneamente ao amor dela é o meu amor.

Verdadeiramente o amor unifica a todo o corpo; o coração a linhagem, tudo se unifica ao amar. Quem pode amar dessa maneira? É o casal. Se no mundo não houvessem casais haveria sabor na vida? (26-150, 25/10/1969)

A visão do diálogo entre um casal que se ama tem mais beleza do que qualquer poema ou pintura que existam no mundo. Quão belas e cheias de sabor são as palavras: “entre pessoas que se amam”, “entre nós” ou “entre nós dois”?

São tão boas, mas entre estas qual é melhor de todas as palavras? Não há nada melhor do que o cônjuge. Dizer: “Ei!” e o cônjuge responder - “Sim!”, ou chamar: “Psiu!” e ouvir a reposta: “Humm!”. Se esposo chama sua amada esposa com carinho e ternura: “Meu amor!” ela responde com carinho e brandura: “ O que foi?”. Porém se ela a chama de forma bruta é respondido de igual maneira: “Pra que me chamou?”. É tal como um eco, tudo é recíproco. (37-12, 22/12/1970)

Se observamos o sorriso das pessoas inebriadas pelo amor vemos que este também é recíproco. O homem ao sorrir abre bem os olhos, já a mulher, os fecha gentilmente. Ao aumentarem os olhos do esposo e aos poucos diminuírem os olhos da esposa, podemos dizer que este casal é um casal feliz, fascinado pelo amor.