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Seção 2. A Razão pela qual o Amor Conjugal é Necessário

Senhores, que tipo de lugar pensam ser o Reino dos Céus? Em poucas palavras o Reino dos Céus é o lugar onde as pessoas perfeitas podem entrar e viver. Se o Reino dos Céus é o lugar onde as pessoas perfeitas que carregam o amor verdadeiro podem entrar, que tipo de pessoas são estas? A humanidade é constituída de homens e mulheres. Ao pensarmos sobre como é possível se realizar a perfeição do amor ideal de Deus na terra, chegamos a conclusão de que isto é impossível de ser realizado sem o homem e a mulher. Sem o homem e a mulher que carreguem a subjetividade do amor aperfeiçoado, o amor de Deus não pode atingir a plenitude. (145-266, 15/05/1986)

A família verdadeira deve constituir o Reino dos Céus Familiar. Se o Reino dos Céus Familiar for constituído, sem falta o Reino dos Céus na Terra será realizado. Por que é assim? Para que na presente situação possamos gerar o estímulo da sensação real quanto ao vindouro Reino dos Céus, inevitavelmente se faz necessário um parceiro recíproco. Devido a que na família podemos receber este estímulo a partir do companheiro, podemos experimentar pessoalmente a noção do futuro Reino dos Céus nas emoções de nossa vida diária.
Para se experimentar a isto o casal se faz necessário. Através desta estimulação o casal pode ter vida espiritual. O desenvolvimento não pode acontecer sem que haja estímulo. O amor conjugal oferece o estímulo que pode construir o Ideal do Reino dos Céus. Em outras palavras, o amor conjugal é o que nos supre com a força propulsora nos dando estímulos nos fazendo ir até este lugar, trazendo para o presente a felicidade do futuro.
Dentro deste amor estão inclusos o amor da nação, o amor do mundo e o amor de Deus. Conseqüentemente este amor aonde quer que vá tem entrada franca. Como conclusão, o Reino dos Céus é um lugar onde apenas os casais que amam um ao outro podem entrar. Devido a isso, os casais que na terra se amam tendo esta filosofia, estão o tempo todo vivenciando o Reino dos Céus. Jesus disse: “O Reino dos Céus está dentro de seus corações”, não disse? Porém hoje em dia na Igreja de Unificação dizemos que “o Reino dos Céus está na sua família”. Ao se dizer que não é possível realizar o Reino dos Céus na família não se pode cumprir o propósito da Igreja de Unificação. Porém ao se dizer que é possível, este propósito é realizado. Sobre este ponto de vista, os senhores devem escolher e seguir pelo caminho da retidão centrado no Princípio.
(37-7, 22/12/1970)

Para se realizar o Reino dos Céus no futuro, um homem casado deve saber amar todas as mulheres do mundo com o mesmo coração com que ele ama sua esposa, tal como o amor entre esposo e esposa. O homem deve pensar que sua esposa foi tomada dentre todas as mulheres do mundo, como uma companheira e representante destas. Também as mulheres não devem pensar sobre seus esposos como sendo apenas o esposo de alguém mas sim devem pensar que é uma pessoa tomada como o representante dentre todos os homens do mundo.

Senhores, o que uma mulher deve fazer é amar á um homem, não como apenas uma pessoa, mas sim, deve amá-lo como o homem que representa todos os homens do mundo. Este homem representa o seu pai, seu irmão mais velho e seu esposo.
O que significa isso? Significa que ela deve pensar nele como se fosse seu pai, e mais ainda, pensar como se fosse seu avô, seu irmão mais velho e seu irmão mais novo.
Apenas uma mulher que através de tais laços de afinidade consegue amar ao pai, ao avô, ao irmão mais velho e mais novo, apenas tal tipo de mulher é que consegue um companheiro. Repugnando a todos os outros: pai, irmão mais velho, avô, irmãos mais novos e apenas vindo a gostar de seu marido, a mulher está numa posição fora do compromisso público com
Assim o que deve ser feito é, portar um coração capaz de amar a todos os homens da humanidade ao redor de todo mundo, carregar o ponto de vista de que abraçando e amando a um homem que é como um fruto de todos os homens e representante deste, se está amando a todos os homens da humanidade. Uma pessoa que possui o coração capaz de amar como ama ao seu pai, seu irmão mais velho e seu irmão mais novo, superando fronteiras e superando a todas as nacionalidades, pode ser dita como filho ou filha de Deus. Esta é o pensamento da Igreja de Unificação.
(83-219, 02/08/1976)