Seção 1. Aqueles que Foram Chamados à Providência
1. NOÉ
Quando olhamos para a história, porque os laços da indenização são formados apenas através da linhagem de sangue de Abel, Noé pagou muita indenização mesmo antes do chamado de Deus. Por essa razão, quando ele tentou estabelecer a condição através dos 120 anos, depois de receber o mandamento de Deus, houve o ataque de satanás. Satanás o tentou, dizendo-lhe, “Você acha que está fazendo o bem, vamos ver quanto você ama Deus. Vamos ver se você vai construir a arca em 120 anos.” Todos, por favor, pensem sobre isso. Se o navio tivesse sido construído perto de um rio, seria um assunto diferente. Mas, não é fundamentalmente errado construir a arca em uma montanha? É uma missão que, com certeza, recebe oposição. Absolutamente, isso não pode ser visto como algo normal. Também, quando Noé estava a caminho de construir a arca, vocês acham que ele subia pensando, “Talvez hoje eu suba depois do almoço e vou dar um passeio interessante”. Não, ele não pensava assim. Ele subia a montanha para construir a arca, até mesmo sem pensar em comida.
Noé era uma pessoa que investiu todo seu coração e esforço dia e noite. Ele tinha o coração de que deveria reduzir o período de 120 anos, mesmo Deus dando o mandamento de que ele deveria construir a arca em 120 anos. Dessa forma, ele estabeleceu a integridade do caráter do Céu. (18-156, 04/06/1967)
Vocês já pensaram sobre a família de Noé? Noé construiu a arca no alto da montanha. Se fosse uma terra plana, seria uma história diferente, mas, construir uma arca no alto de uma montanha, não está apenas além do senso comum, mas, certamente passa dos limites da tolerância lógica. Em qualquer senso comum, Noé estava agindo como uma pessoa louca. Se ele quisesse construir um navio, ele teria que construir em uma margem. No entanto, uma vez que ele a construiu em uma montanha, sua ação foi totalmente além do entendimento comum.
Vocês acham que Deus, que ordenou esse mandamento, fez isso por brincadeira? Não. Deus sabia melhor que qualquer que fosse, o curso de Noé requeria uma vida de longa dedicação, no caminho de tremendo sofrimento e Ele não comandou Noé com um conteúdo (interno) mais pacífico do que o curso de sofrimento dele. Porque havia até mesmo um conteúdo ainda mais difícil para Deus. Com essa condição, Deus esperava ganhar uma forma para dissolver Sua situação interna e, assim, Ele comandou que Noé fosse pelo curso de 120 anos de sofrimento. Quanto deveria estar miserável o coração de Deus? Seu sofrimento era indescritível.
Portanto, quando Noé tomou a posição de obediência no tenso momento decisivo de aceitar ou não o mandamento, vocês não acham que Deus estava mais feliz que Noé? No entanto, Deus era aquele que poderia estar mais triste que Noé. A posição de Deus não pode ser estabelecida sem que seja estabelecida a posição de um dono que toma a responsabilidade pela alegria e pela tristeza. (48-66, 05/09/1971)
Noé trabalhou por 120 anos para se conquistar e conquistar sua família. Essa não é uma missão fácil. Depois de receber o mandamento de Deus de que Ele julgaria a Terra depois de 120 anos, Noé não ficou dia a dia pensando, “Só passou um ano, e agora ainda faltam 119 anos”. Deus promete uma vez para uma pessoa que abraça e se relaciona com um grande propósito. (19-235, 15/01/1968)
Se você quiser ser vitorioso, o que você deve fazer? Você deve entrar no mundo satânico e ser golpeado. É o mesmo que Jacó, que foi para a família de Labão, que representava o mundo satânico, e passou por dez provas e foi golpeado dez vezes. No entanto, Jacó, pacientemente, sem nenhuma palavra, esperando até que ele se colocou diante da Vontade de Deus. O mesmo aconteceu com Noé. O vovô Noé foi paciente e permaneceu fiel a Deus por 120 anos. Deus mandou Noé construir a arca e o informou que iria julgar o mundo depois de 120 anos.
Por que Deus deu esse mandamento? Vendo pela perspectiva do senso comum, essa ordem não era normal. O navio deveria ser construído na beira de um rio ou perto de um oceano. Por que Deus mandou Noé construir a arca em cima de uma montanha? Foi uma estratégia para colocar Noé em uma posição em que todos pudessem se opor a ele. Entre as pessoas que viviam naquele período, não havia ninguém que não julgou Noé com palavras. Ele teve que se colocar nessa posição. Considerem a condição do vovô Noé construindo a arca por 120 anos. Independentemente dos jovens, velhos, homens e mulheres, todos apontaram seus dedos para Noé, zombando e chutando-o e fazendo todos os tipos de perseguições impensáveis.
Isso foi para colocar Noé na posição onde satanás pudesse fazer tudo que ele quisesse simbolicamente e substancialmente.
Para que uma pessoa que Deus ama possa vir para frente, Deus permite que o mundo satânico bata nela primeiro. Isso é porque se o mundo satânico bate primeiro, Deus pode bater no mundo satânico. O julgamento tem sido levado dessa forma. Deus permite que seus filhos amados apanhem primeiro e, depois, Ele bate em satanás. Com Noé também foi assim. Jacó que estabeleceu o fundamento vitorioso de Israel, saiu depois de ser testado na casa de Labão. Com Moisés e Jesus foi a mesma coisa. (14-114, 17/07/1964)
Podemos ver um outro exemplo sobre Noé ter que construir a Arca na montanha por 120 anos. Ele lutou com satanás por todo aquele longo período. Noé sofreu rejeição pela sua própria esposa, família, vizinhos e parentes. Ele recebeu gozações e oposição de sua própria nação e do mundo todo. Se ele tentasse abandonar sua missão pelo menos uma vez, ele teria sido atacado por satanás novamente. No entanto, ele venceu todas suas dificuldades e teve êxito em realizar sua missão.
Ele lutou contra satanás e separou-se de satanás. Deus o amou e ele veio viver dentro do reino do amor de Deus. No entanto, isso não é tudo. Seja quem for que venha a morar no meio do amor de Deus, Deus faz tal pessoa se sacrificar mandando-o para o mundo satânico e passar por dificuldades. Claro que uma das razões seja treiná-lo. No entanto, é realmente para o propósito de salvar mais pessoas. Noé que era justo, honesto e bom teve que se sacrificar sempre, com um coração de tristeza e derramamento de lágrimas. (52-47, 14/12/1971)
Mesmo em um ambiente de perseguição e caos, o avô Noé foi capaz de vencer esse ambiente porque ele deu seu máximo esforço. Ele foi adiante com sua mente humilde de que ele poderia dar o melhor somente diante da lei de Deus, para realizar a obrigação de piedade filial e lealdade. Quando ele se aproximou da Vontade de Deus, ele sentiu a crueldade de seu ambiente e ficou triste. Nesses momentos, porque o vovô Noé seguiu derramando lágrimas de arrependimento e sentindo pesar por Deus, não havia ninguém que pudesse pará-lo. Vocês entendem? Pense em Noé que viveu dessa maneira durante 120 anos. Mesmo que o mundo satânico tenha mobilizado todos os meios possíveis para golpear Noé, ele nunca se desviou do padrão que Deus estabeleceu como centro. Esse padrão foi estabelecido como o centro absoluto do cosmo, como o homem mais justo do cosmo e como vitorioso da verdade. Portanto, Deus queria limpar os elementos de todos os inimigos que vão contra esse padrão. Da mesma forma, se uma pessoa for golpeada até o fim, pode resultar em uma grande coisa. (18-159, 04/06/1967)
2. ABRAÃO
Vamos ver Abraão. Ele era o filho de um mercador de ídolos. Para Abraão, que estava vivendo em um ambiente afluente, Deus o chamou e ordenou, “Abraão, saia de sua casa.” Sem nenhuma palavra de queixa, sem nenhuma garantia de uma vida melhor em outro lugar, ele deixou sua terra natal, Ur da Caldéia, abandonando tudo. Como resultado, em que ele se transformou? Ele se transformou num nômade, vagando pelas fronteiras.
Se Deus lhe chamar para sair do local onde está, então saia. Depois de sair, não importa que tipo de dificuldade você encontre, você nunca deve se arrepender ou ressentir-se de Deus. Se você reclamar, então você irá para a posição de Adão decaído.
Abraão teve que acreditar em Deus, ainda mais absolutamente que Adão. E para fazer isso, ele tinha que se tornar um com Deus. Depois ele passou a receber o amor de Deus. Porque Abraão sempre foi com um coração grato e nunca reclamava, não importando o quanto Deus o mandava vagar. Deus o abençoou tanto que disse, “Seus descendentes encherão a Terra como as estrelas do Céu e a areia da Terra”. (53-40, 06/02/1972)
Olhamos Abraão. Deus o separou de seu pai que era um mercador de ídolos. Ele teve que abandonar sua família, sua nação, todas as riquezas materiais e tudo mais. Dessa forma, por separá-lo do mundo satânico, ele entrou na Terra de Canaã. Deus o treinou e avançou a providência ao fazê-lo chorar não apenas por seu próprio povo, mas também por outros povos e até mesmo por seus inimigos.
Deus o fez trabalhar abandonando sua própria nação, para ir para uma terra estrangeira. Ele teve que vagar como um cigano. Ele sempre orava com lágrimas com seu coração honesto e viveu com a esperança de que Deus possa ter salvo muitas pessoas através de suas orações.
Quando olhamos na Bíblia, podemos ter a impressão de que Deus abençoou Abraão e o amou incondicionalmente. No entanto, não é assim. Abraão teve que separar-se de satanás deixando sua família amada, nação, riquezas materiais e tudo mais, para ir a uma terra escolhida desconhecida e sempre derramando lágrimas por Deus e pelas pessoas. Ele sofreu muito por seu povo e passou muita dor por sua nação.
Através dessa condição, Deus pôde estabelecer Abraão como o antepassado da fé e abençoar seus descendentes para que prosperassem grandemente. Embora esse conteúdo não esteja registrado na Bíblia, por trás da Bênção de Deus havia esse passado. (52-48, 14/12/1971)
O mesmo se passou com Abraão e Noé. O filho de mercador de ídolos, Abraão foi uma pessoa que satanás mais amava. No entanto, Deus tomou de volta esse filho amado e brilhante. O mundo que Abraão sonhava era diferente daquele que seu pai sonhava. Embora ele fosse o filho de um inimigo, o pensamento dele era diferente do de seu pai. Abraão não se preocupava apenas com sua própria família, mas também com o futuro de Israel. O que poderia ter acontecido quando Deus tomou Abraão? Enquanto ele estava crescendo, ele pensava que seu ambiente e seus parentes estavam do seu lado, mas, todos se tornaram seus inimigos. No entanto, pense onde poderia estar a casa, os parentes, nação e o mundo depois que ele rompeu com sua própria nação e tribo e se opôs aos seus próprios pais? De fato, ele estava sozinho. Portanto, seja onde Abraão fosse, ele experimentava dificuldades e dores. Quando ele foi para o Egito, o rei Faraó tentou tomar sua esposa. Ele se tornou um cigano, recebendo perseguições onde quer que fosse. (18-159, 04/06/1967)
Para resolver a miserável história da lamentação, Deus escolheu Abraão e o fez viver uma vida de andarilho. Portanto, Abraão teve que passar por um caminho de um destino miserável, deixando para trás sua amada terra, sua terra natal.
Por causa disso, a estrada que Abraão trilhou foi uma estrada miserável. Ele teve que cruzar muitas fronteiras. Ele se tornou um cigano. Além disso, ele foi colocado em uma situação onde pela ganância de Faraó, até mesmo sua esposa foi tomada dele, e sua família ficou isolada. (64-207, 12/11/1972)
No entanto, porque Abraão sentiu mais seriamente que a nação de Israel o estava chamando, que a vitória o estava chamando e que o fundamento da felicidade estava procurando por ele; ele apenas ansiava entrar no Reino dos Céus.
Portanto, Deus deu sua Bênção para Abraão. Qualquer outra pessoa teria traído a Deus, se ela tivesse que passar por sofrimento severo e ambiente difícil; no entanto, nessa situação, Abraão atendeu a Deus com o coração, que pode desenvolver até mesmo um relacionamento ainda mais profundo com Deus. Por essa razão, a porta da felicidade se abriu diante de seu caminho. (18-160, 04/06/1967)
3. JACÓ
Deus abençoou Jacó. Depois de receber a Bênção, Jacó foi para Harã e trilhou pelo curso de sofrimento por 21 anos. Ele passou pelo caminho da perseguição e foi até mesmo enganado dez vezes. Ele estava numa posição de tristeza. Ele foi levado à posição de solidão. No entanto, se Jacó tivesse se tornado uma pessoa que se queixasse de sua situação de desespero, que sentisse pesar por si mesmo, centralizado nele próprio, ele nunca poderia ter ocupado a posição de autoridade nacional como representante de Israel.
Jacó acreditou até o final de que a Bênção de Deus nunca mudaria, até mesmo durante o curso de sofrimento, onde foram adicionados 20 anos. Ele acreditava que a promessa de Deus nunca mudaria, não importando o quanto o ambiente mudasse. Ele penetrou e foi adiante sem se importar o quanto estava quebrado financeiramente. Lá, Labão tentou bloquear o caminho de Jacó representando diferentes coisas. No entanto, a vitória final não foi para Labão e sim para Jacó.
Sem trazer esse resultado histórico, Deus não pode estabelecer seu dia vitorioso na história. Portanto, vocês devem entender que o fundamento vitorioso para Deus é a vitória estabelecida quando as pessoas em tormento não perdem a esperança.
Embora Jacó estivesse sendo colocado no reino da lamentação e desespero, ele não se lamentou e nem sentiu desespero. Ele se sentiu honrado, acreditando na Bênção futura. Portanto, o reino de Israel foi estabelecido.
Isso é o mesmo para Deus. Não importa o quanto ele ficou imergido no reino do desespero; ele não perdeu a esperança por causa do desespero. Ele não perdeu o Ideal da Criação por causa do desespero. Quanto mais forte e pesado o desespero se tornava, mais Deus se determinava internamente a conseguir o ideal da criação, centralizado em Seu coração e ideal.
Portanto, mesmo se o caminho que Deus caminha fique preso em um redemoinho no reino do desespero, ele não amalgama dentro, mas se coloca acima daquele reino de desespero, para criar o dia da vitória.
Se Deus não fizer assim, então, não haverá forma para que Ele seja libertado totalmente do reino do desespero. Portanto, você deve entender que mesmo na situação de extremo desespero e sofrimento, a vitória é segura para aqueles que se mantém com Deus e vai adiante, acreditando que “Mesmo numa posição assim, Deus não perde a esperança e nem fica desencorajado”. (64-208, 12/11/1972)
Jacó valorizou a Bênção que ele recebeu de Deus e, para receber a Bênção, ele fez tudo que é inimaginável no mundo humano. Ele acreditou absolutamente na promessa de Deus e fugiu para a terra de Harã, para lutar por 21 anos, vencendo todas as dificuldades, investindo seu esforço sincero. Vocês devem entender que não importa quanta oposição vocês recebam, vocês devem vencê-la e alcançar a posição de amor onde você se torna um com Deus. (53-41, 06/02/1972)
Jacó deixou sua casa para ir para Harã e viveu como um servo. Ele foi enganado por seu tio Labão. O tio Labão deu a ele Lia, ao invés de Raquel. Depois de conseguir Raquel, ele fugiu e retornou para casa. No fundamento de dificuldades, durante os 21 anos em Harã, finalmente Deus foi capaz de abençoá-lo. Durante esse período, Labão o enganou dez vezes. No entanto, por vencer todas essas dificuldades, ele pôde deixar Harã.
Mesmo no meio dessas dificuldades, ele tinha a mente de orar por aqueles que o enganavam. Também, sua ação de lutar com o anjo, foi uma ação de lutar contra satanás, que interferiu no cumprimento de sua missão. (52-49, 14/12/1971)
Jacó lutou com um esforço tão desesperado que até mesmo quebrou a coxa. Ele lutou apostando sua vida, pensando, “Meu esforço durante os 21 anos passados está sendo decidido nessa luta! Dependendo da vitória ou derrota da luta dessa noite, o destino da minha vida e o fundamento para a Bênção de Israel será decidido”. Vocês acham que ele lutou com o anjo por brincadeira?
Quando o anjo veio, Jacó sabia que ele veio como mensageiro de Deus. Por isso, ele perguntou ao anjo, “Você veio com a missão de me render ou me abençoar?” O anjo respondeu, “Eu vim para lhe abençoar.” Jacó lhe perguntou novamente, “Se você veio para me abençoar, então, por que você simplesmente não me dá a Bênção?” O anjo respondeu, “Eu não posso lhe dar a Bênção de graça porque sua porção de responsabilidade ainda não foi terminada”.
Em outras palavras, o anjo queria dizer que, a menos que Jacó vencesse a luta, ele não poderia dar-lhe a Bênção. Isso significa, a menos que Jacó lutasse com o anjo, apostando sua vida, o anjo não lhe daria a Bênção. Quando o anjo veio com essa condição, Jacó lutou com essa determinação, “Ok, mesmo se eu quebrar meu dedo ou meu braço, eu não vou perder para você, eu não desistirei nem mesmo se você me cortar com uma espada”. Quanto tempo vocês acham que durou a luta? Eles lutaram a noite inteira. Jacó lutou com a determinação de que, a menos que você morra primeiro, eu não vou desistir.
Deus e satanás assistiram essa luta. Quão desesperado estava Jacó no último momento decisivo? Jacó não desistiu, nem mesmo quando o anjo quebrou o osso da sua coxa e dobrou sua perna. A determinação dele era que, “Mesmo se você e eu morrermos, eu não vou desistir”. Quantas horas vocês acham que ele lutou assim? Dez minutos? Uma hora? Duas horas? Ele lutou assim por mais de sete horas.. (20-227, 09/06/1968)
4. MOISÉS
Porque o caminho que Deus trilhou foi miserável, o caminho das pessoas que seguiram Moisés também foi miserável. O caminho de Moisés também foi miserável. Moisés, depois de quarenta anos no palácio de Faraó, foi tirado de lá porque ele ficou do lado dos israelitas. Além disso, ele ficou na situação de que ele não podia nem mesmo aparecer diante dos israelitas e teve que viver no deserto como pastor. (64-207, 12/11/1972)
Qual foi uma das coisas que ele guardou na mente, enquanto estava sendo pastor no deserto, depois de deixar o palácio? Ele não sentiu desespero pelo fato de que sua situação foi causada por ele ter ficado do lado dos israelitas. Ele não pensou que foi por causa do povo israelita, que ele ficou naquela situação. A razão porque Moisés pôde ganhar a confiança de Deus foi exatamente esse ponto. Ele pensava que mesmo que a falta estava nos israelitas, a razão pela qual ele estava naquela situação era por Deus. A solidão que ele sentia, era para tomar responsabilidade pela solidão de Deus e o sacrifício que ele fez era para ser o escudo para evitar o sofrimento de Deus.
Vocês não acham que existiram ataques de lobos e cobras enquanto ele tomava conta das ovelhas? No entanto, não importa quanto perigo, solidão e desespero ao mesmo tempo veio para ele. Ele pensava que a razão por ele estar naquela situação não era por causa dos israelitas, mas sim, pela causa de Deus. Moisés teve esse grande pensamento interno que, “Eu serei leal a Deus até o dia que a Vontade de Deus for realizada”.
Fazendo isso, os israelitas que vieram para herdar a Vontade de Deus, vieram a se relacionar com ele. Ele se colocou na linha de frente de seu povo, com a autoridade autônoma e com o seguinte pensamento: “A razão para eu ficar na linha de frente de Israel é pela Vontade de Deus”. Embora houvesse numerosos israelitas, Moisés era a pessoa mais digna de se colocar adiante deles - com a atitude de coração internamente e externamente.
Quando se passaram dez anos, vinte anos, trinta e quarenta anos, Moisés juntou os quarenta anos de vida inútil no palácio de Faraó e disse para si mesmo, “Eu não posso ser uma pessoa que admira o palácio de Faraó”.
É certo que ele admirava a nação que Deus e ele ansiavam; aquele palácio, onde ele viveria a vida de faraó e iria governar. Ele ansiava pelo dia em que os israelitas seriam libertados.
Vocês devem saber que Deus ordenou a Moisés para ser o representante de Israel porque todos, incluindo os descendentes das 12 tribos de Israel, todos aqueles que herdaram a tradição e o investimento sincero de seus antepassados, e aqueles que tinham a autoridade de privilégios especiais, deveriam ter seguido a ideologia e a tradição de Moisés.. (64-210, 12/11/1972)
Então, por que ele viveu quarenta anos de pastor? Uma vez que aquele foi o período preparatório para guiar os israelitas, Deus pensou nesse período como uma plataforma e período de dificuldades para que crescesse a força de Moisés. Ele então poderia vencer, até mesmo se viesse sobre ele um período de quarenta anos de sofrimento. Porque Moisés venceu aquele período, Deus o elevou novamente e o mandou a frente dos israelitas.
Se ele tivesse pensado pelo menos um pouquinho em seu passado, ele teria sonhado com a vida de luxúria no palácio de Faraó. Ele teria ansiado por aquele ambiente, teria comparado sua situação, e teria caído em desespero na medida que as diferenças fossem aumentando.
Externamente, Moisés transformou-se em uma pessoa que perdeu completamente todas as oportunidades. Ele perdeu a oportunidade no palácio de Faraó e vivia no meio do deserto, por quarenta anos como uma pessoa que não podia ter nenhuma oportunidade diante de Deus. No entanto, Moisés foi capaz de unir os israelitas e salvar a nação de Israel, porque ele ansiava pela oportunidade - o dia que Deus havia prometido - , porque ele tinha a mente de salvar o povo de Israel, porque ele se manteve na integridade e lealdade que o capacitou vencer as oportunidades perdidas e seu ambiente.
Para realizar essa missão, quão perto de Deus vocês acham que estava o coração interno dele, que ninguém entendia? Por trás do coração dele, foram atadas numerosas situações internas que Deus não podia deixar de simpatizar-se. Para essa pessoa, certamente, era responsabilidade de Deus dar a ele essa oportunidade celeste e também era a Vontade de Deus fazer isso. (57-294, 05/06/1972)
5. DAVI
Devemos também saber que Deus, entre muitos dos antepassados que se relacionaram com Sua Vontade, escolheu um pobre pastor, Davi. Ele o colocou na posição de guiar Israel. Ele era um pastor solitário. Ele não nasceu em um local importante.
No entanto, ao se preocupar com a nação, ele ficou no lugar mais solitário. Nesse local, ele ansiava por Deus. Vocês devem saber que ele estava preocupado com a agonia de Deus no mais profundo de sua mente. Naquele tempo, ele orava diante de Deus com um coração mais profundo do que qualquer outra pessoa, para poder aliviar o fardo da preocupação de Deus.
Quando o gigante Golias derrotou os israelitas e ficou com grande autoridade e quando o exército israelita estava para ser eliminado, Davi apareceu usando uma roupa de pastor, com seu estilingue e pedras. No entanto, o Senhor de Davi não era um ser humano. Ele não estava sujeito à nação. Ele colocou Deus como seu Senhor. Ele apareceu com mais fé em Deus do que qualquer um de seus antepassados. Ele sabia que Deus era um Deus vivo. Ele sabia que Deus o protegeria, mesmo se ele enfrentasse a morte.
Davi trilhou um caminho de solidão, mas ele não era solitário. Ele estava em uma situação miserável, mas ele não era miserável. Deus estava com Davi porque Davi havia resolvido terminar com o sofrimento do coração de Deus. Com isso, podemos entender que não importa o quanto o Golias seja grande; ele tinha que cair como palha diante de Davi. (64-207, 12/11/1972)
6. JOÃO BATISTA
Olhe também para João Batista. Ele também teve que deixar seu lar amado e viver no meio do deserto. Ele passou por um caminho que teve que abandonar sua família amada. Ele abandonou os relacionamentos seculares e se uniu à Vontade de Deus e tornou-se um com Deus. Deus o mandou para fora afim de que seu padrão pudesse ser reconhecido - como sendo até mesmo melhor do que aquele de Adão e Eva. Mais leal do que o arcanjo que desobedeceu a Deus. (53-41, 06/02/1972)
Antes de olharem para Jesus, vamos olhar em João Batista. João Batista foi levado ao deserto. Em outras palavras, ele teve que deixar sua casa, estar separado de seu passado; e ir viver no deserto, sobrevivendo apenas de gafanhotos e mel selvagem. Ele derramou lágrimas pelo Messias que deveria vir, por Deus e por sua nação e seu povo. Quando ele orava, ele derramava lágrimas de um significado peculiar. Ele derramava lágrimas pela nação, pelo Messias - que a nação israelita ansiava -, e pela Vontade de Deus. Nesse sentido, ele foi o maior profeta entre os profetas. Isso quer dizer, todos os outros profetas anteriores não puderam receber o Messias, mas, João Batista era para estreitar o caminho que o Messias iria caminhar. Todos os outros não puderam orar por esse Messias vindouro, mas, João Batista pôde orar por ele e teria sido capaz de trabalhar para ele. Essas eram as diferenças. Por isso que ele era o maior de todos os profetas.
No entanto, embora João Batista orava pelo Messias, como o dirigente da nação, Jesus veio como o dirigente do mundo. Havia algumas diferenças entre o ponto de vista de João Batista e o coração de Deus. Esse foi o ponto inicial pelo qual João Batista não pôde se unir com Jesus.
A visão de João Batista com relação ao Messias era para sua própria nação. Portanto, ele orava que o Messias deveria vir para salvar o povo de Israel. Portanto, ele esperava que Jesus mantivesse a lei mosaica que era a regra do povo israelita, mas, ele sabia que Jesus ao invés de manter a Lei, havia violado a Lei.
Vindo para salvar o mundo inteiro, a visão de Jesus era muito mais ampla e diferente da de João Batista. Na perspectiva de Jesus, não havia uma nação particular. Isso fez com que eles fossem por caminhos separados. Portanto, João Batista terminou se colocando na posição dos israelitas que se opuseram a Jesus e acabou em sua própria morte.
Se ele tivesse se colocado do lado de Jesus e tivesse sido um com ele, ele teria se tornado o primeiro discípulo e os discípulos de João Batista teriam sido os discípulos de Jesus. Acontecido isso, todas as pessoas que acreditavam que João Batista era o maior de todos os profetas, teriam seguido Jesus. (52-49, 14/12/1971)
7. OS TRÊS DISCÍPULOS DE JESUS
Assim como Jesus Cristo surgiu como o mediador representando o amor de Deus, hoje, devemos surgir como o testemunho substancial de esperança, fé e amor, ao receber a esperança, fé e amor de Jesus Cristo.
Sem que nos tornemos tais pessoas, não podemos realizar a condição para indenizar o padrão da esperança, fé e amor de Jesus Cristo onde quer que possamos ir. Portanto, hoje devemos pagar o débito que temos com Jesus Cristo que surgiu como a esperança, fé e amor de Deus diante desse mundo satânico. Nosso pagamento não deve ser parcial, mas sim, pleno e completo. A humanidade tentou pagar, mas nunca foi completo. No entanto, vocês devem entender que Jesus queria revelar um modelo para esse curso através de seus três discípulos.
Então, quem foi a pessoa que surgiu como o fruto substancial da fé? Foi Pedro. E quem foi a pessoa que surgiu como o fruto substancial da esperança? Foi Tiago. E quem foi a pessoa que surgiu como o fruto substancial do amor? Foi João.
Por isso, essas três pessoas tomam responsabilidade de cada parte do evangelho de Cristo. Hoje eu pude receber o fruto da fé, o fruto da esperança e o fruto do amor. O ideal é que esses três sejam harmonizados e culminados como um corpo perfeito. Esse foi o último ensinamento que Jesus deixou na terra.
Portanto, hoje, para que você apareça como a perfeição final, você tem que se tornar o corpo representante de Cristo. Se você não puder se colocar como um ser imutável e substancial, dessa raiz de discípulos, você não pode ficar diante do noivo Jesus. Temos que colher em cada um de nós os frutos do amor que Jesus estabeleceu em João. (1-92, 06/06/1956)
8. PEDRO
A pessoa para quem Jesus olhou quando ele estava caminhando o caminho solitário no cruzamento do topo de Golgotá, foi Pedro. Ele era o representante dos 12 discípulos amados. Hoje, devemos sentir novamente, Jesus olhando para Pedro com coração de amor, mesmo estando seu coração profundamente triste pela preocupação sobre a Vontade de Deus.
No entanto, Pedro negou Jesus três vezes dizendo que não conhecia Jesus. Ele ficou separado da Vontade de Deus e sem nenhum relacionamento com Jesus. Mesmo Jesus sabendo dessas coisas, ele olhou para trás para seu amado primeiro discípulo Pedro, ele queria encontrar nem que fosse uma pessoa nessa terra que pudesse cobrir suas costas em seu caminho para a morte, nem que fosse uma pessoa que simpatizasse com sua mente e corpo. Hoje, vocês devem perceber que o desejo de Jesus de encontrar uma pessoa verdadeira estava imerso em sua chama, olhando para trás para seu amado discípulo Pedro.
Não haveria nenhum outro momento mais triste que esse para Jesus, que veio com a responsabilidade de realizar a providência de Deus. Foi assim porque não houve ninguém que pudesse entender seu coração de dor. Ele não conseguiu encontrar ninguém que pudesse herdar sua missão, quando estava indo pelo caminho de Golgotá, o caminho da morte. Portanto, Jesus estava em uma tristeza indescritível. Somente Deus entendia seu coração de dor e se preocupava por ele.
Quando Jesus aos 30 anos de vida, quando ele trilhou o curso doloroso, carregando o fardo da triste situação de Deus, ele estava transbordando de desejo de xingar e repreender a terra. No entanto, dominando essa mente, ele parou seus passos e olhou para Pedro que o estava seguindo. Vocês devem saber que, se vocês não conseguirem sentir o coração interno de Jesus hoje, então, vocês não podem herdar a Vontade de Deus no lugar de Jesus.
Então, como deveria estar a mente de Pedro ao olhar para Jesus? Ele deve ter ficado em uma indescritível situação de dor, lembrando-se do relacionamento original de amor que ele teve no passado com Jesus e lamentando na sua solidão. O coração de Pedro deve ter se machucado tanto quando ele viu a multidão zombando o triste Jesus, xingando o inocente Jesus, e empurrando o Jesus inocente.
No entanto, Pedro chegou em uma posição de pensar somente em si mesmo. Ele não percebeu que Jesus veio como Messias com a missão de mudar o mundo inteiro. Quando a senhora se aproximou de Pedro, que estava só em sua situação e perguntou, “Você não é um dos seguidores de Jesus?” Ele respondeu, “Eu não o conheço”. Três vezes. Vocês devem saber claramente que Pedro representava toda a humanidade na Terra.
Quando juntamos novamente a situação de Pedro e Jesus, devemos perceber que Jesus olhando para trás, para Pedro que o negou três vezes, não é a situação que aconteceu apenas entre Pedro e Jesus, mas que aconteceu através do processo de toda a história humana. (2-25, 10/02/1957)
Embora Pedro tenha negado seu Mestre três vezes em situações difíceis, Jesus realmente olhou para Pedro girando seu corpo na direção dele. Portanto, quando Pedro olhou para Jesus que havia se esquecido de sua própria dificuldade, sua própria tristeza, sua própria situação e estava olhando para ele, uma grande transformação ocorreu na mente de Pedro. A emoção de Pedro explodiu quando ele viu Jesus, esquecendo de sua própria tristeza, ele o amou verdadeiramente ficando preocupado com seu futuro. Além disso, naquele momento, Pedro percebeu sua identidade quando recuperou o antigo relacionamento que tinha com Jesus e, então ele sentiu alegria, raiva, amor e tudo junto com o seu Mestre.
Pedro viu Jesus Cristo esforçar-se para ser pioneiro no caminho da salvação da humanidade. Quando ele viu isso, ele sentiu seus defeitos. Em outras palavras, quando ele pensava que estava na posição de discípulo que deveria ter dedicado todo seu coração leal para Jesus, Pedro percebeu a grandeza e o abismo que existia entre a fé de Jesus em relação a Deus e sua fé em relação a Jesus.
Quando ele percebeu que acreditava em Jesus como seu Mestre, mas acreditava centralizado em si mesmo, ele ficou com uma vergonha intolerável diante da olhada de Jesus. Em outras palavras, ele lamentava por seu ser descrente. De repente, a mente de Pedro se transformou e emergiu em seu coração um profundo desejo de viver para seu Mestre. Do momento que Pedro percebeu seu ser descrente, ele sentiu seus defeitos mais intensos, quando ele comparou seu curso da vida com o de Jesus.
Os três discípulos sentiram profundamente sobre como suas vidas eram tão auto-centralizadas, quando eles observavam cuidadosamente Jesus, que ofereceu tudo de si para o sacrifício pela Vontade de Deus e para todas as pessoas dessa terra, sem nunca ter buscado sua felicidade pessoal e que nunca ficou ressentido ou se queixou quando lhe foi colocado o fardo da cruz. Portanto, os discípulos se arrependeram na frente de Jesus Cristo, que não era auto-centralizado, e puderam determinar e jurar em herdar e praticar a vontade que Jesus sempre buscou.
Então, o que Pedro sentiu? Ele sentiu a descrença daqueles que estavam em volta dele, como ele sentiu sua própria descrença. Pedro foi capaz de olhar através do coração de tristeza e de solidão no olhar do perseguido Jesus, quando ele viu as pessoas más em volta dele, atando o Jesus inocente e o chicoteando. Pedro sentiu a insolência daquele ambiente diante da olhada calorosa de Jesus. Lá, Pedro, o discípulo de Jesus, determinou justamente lutar contra aquelas forças insolentes em volta dele, até que o Senhor voltasse novamente para destruir as pessoas más. (2-28, 10/02/1957)
9. ESTEVÃO
Estevão não era uma pessoa sábia. Ele era uma pessoa que se arriscava e uma pessoa que parecia carecer de algumas coisas. No entanto, ele tinha um traço de decidir esplendidamente quando era apostar sua vida. Esses traços tornaram-se os elementos para que ele fosse Mártir. Com isso, ele se tornou a primeira geração de Mártir no Cristianismo. A partir dessa perspectiva, é verdade que Estevão estava bem acima de muitas outras pessoas. (18-281, 12/06/1967)
10. O APÓSTOLO PAULO
Quando o apóstolo Paulo estava viajando para dar testemunho na área da Ásia Menor, ele enfrentou muitos problemas que o fizeram ficar próximo da morte. O apóstolo Paulo foi mal tratado por sua própria tribo, por estrangeiros e por seus inimigos, mas, ele foi adiante aceitando todos os perigos como uma responsabilidade e missão necessária dele para ser um precursor e pioneiro. Ele enfrentou jornadas históricas de sofrimentos em seu curto tempo de vida. Ele caminhou pelo curso de pioneiro com a mente única de unificar e indenizar tudo. (30-111, 17/03/1970)
11. OS OUTROS PROFETAS
Os profetas que Deus chamou foram pessoas que não tiveram escolha a não ser segurarem-se em Deus, levantarem suas mãos quando Deus pediu que fizessem isso, e não existiram para si mesmos. Qualquer líder que não for como eles, irá cair porque ele não poderá segurar-se em Deus. No entanto, antes de você simpatizar-se com eles, por causa das dificuldades deles, vocês devem saber que as dificuldades de Deus para mandá-los foi ainda maior. (11-279, 03/01/1962)
Deus disse, “Tenha o sorriso de Ester”. Aceite qualquer tipo de perseguição. Mantenha a aparência de não estar triste, mesmo estando triste. Tenha a aparência de que pode esquecer sobre as falsas acusações, mesmo que você for acusado falsamente. Quando você estiver furioso, dirija isso com a determinação de esquecer até mesmo o fato que você nasceu um dia. Ao juntar esses fatos, você deve entender que Deus teve que agir dessa maneira até hoje. (17-91, 04/12/1966)
Há dois mil anos atrás, Jesus alimentou muitas pessoas com pães em um campo perto de Betsaida. Então, por que todos aqueles que comeram os pães foram destruídos? Por que as pessoas que escutaram Jesus o traíram? Por que os discípulos que o seguiram por todas suas dificuldades por três anos, traíram Jesus? Eles o traíram porque pensaram que aquelas palavras foram apenas para aquele dia, e que aquele pão foi apenas para alimentar seus estômagos naquela hora. Eles não sabiam que aquelas palavras que Jesus deu para eles eram palavras que eles tinham que distribuir para o mundo inteiro. Eles não sabiam que o pão que Jesus compartilhou com eles, era para ser dividido com todas as pessoas do mundo. (4-83, 09/03/1958)
Vocês conhecem sobre o famoso representante da pobreza na Idade Medieval chamado Francisco (Giovanni Francesco Bernardone). Ele advogou a vida da pobreza. Quando ele vivia aquele estilo de vida, ele não se sentiu ressentido, não se queixava ou se sentia triste, mesmo quando ele enfrentava uma vida dura e as perseguições do seu ambiente externo. Se ele tivesse se sentido ressentido e reclamasse, ele não teria herdado a Vontade de Deus. No entanto, porque ele sentia gratidão no meio do sofrimento, teve esperança no meio da dor, buscou novos padrões no meio das dificuldades, Deus pôde ajudá-lo. Portanto, podemos ver como a nova era chegou até lá. (66-39, 18/03/1973)
Sabemos através do trabalho sagrado de São Francisco, como deve ter sido feliz ser apoiado por toda a criação? É claro que Eu sei que vocês receberam muitas perseguições durante esse tempo. Sinto muito, no entanto, não havia outra forma. O mesmo aconteceu com o Verdadeiro Pai. Por favor, possua o coração do Verdadeiro Pai.. (11-320, 23/03/1962)
Quando o Cristianismo chegou na Coréia pela primeira vez, vocês acham que enquanto o Reverendo Thomas estava no lugar onde ele derramou sangue e morrendo ele orou, “Pai, eu vim aqui e agora estou morrendo. Porque eu vim e dei testemunho aqui para receber minha salvação, deixe-me ir para o Reino dos Céus e mande essas pessoas para o inferno?” Não ele não orou assim. Ele orou, “Pai, mesmo que eu morrer, por favor, ressuscite essas pessoas no lugar onde derramei sangue”. Porque ele fez isso, trinta milhões de pessoas o respeitam como filho de Deus.
A pessoa que usa a nação para melhorar a si mesmo, não tem nada a ver com a nação. Quando derramamos lágrimas, devemos fazer isso pelo mundo. Nesse tempo, porque o arrependimento nacional não aconteceu, não podemos parar de chorar. Aqueles que vão em direção a esse futuro, serão conectados com o desejo da história.
Você deve começar, não centralizado em si mesmo, mas, centralizado em Deus. Você deve saber que se você começar centralizado em si mesmo, então, irá permanecer como um sofrimento para Deus. Certamente, você deve ir junto com Deus. Está correto, mesmo que você não saiba como orar. Você tem apenas que ser uma pessoa que o coração fica triste, se o coração de Deus está triste, e que o coração se torna naturalmente feliz, quando o dia está brilhante e existe alegria no ambiente. (32-111, 28/06/1970)