O Coração Triste de Jesus Quando Ele Foi para a Montanha
Mateus 17:1-8, Antiga Sede da Igreja, Seul, Coreia,
25 de janeiro de 1959
Oração
Pai, por favor, lembre deste dia. Por favor, guie-nos a não aparecermos diante do Senhor com nossas mentes e corpos centrados em nós mesmos.
Por favor, permita que nossas mentes e corpos se tornem o lugar mais sagrado onde o Senhor pode habitar pessoalmente. Por favor, permita que este seja um momento quando podemos ser oferecidos ao Senhor como sacrifícios imaculados que o Senhor pode controlar e admoestar.
Pai, viemos diante do Senhor com corações feridos e mentes e corpos exaustos desde a semana anterior de vida. Sinceramente esperamos e desejamos que o Senhor nos garanta alegria de vida com Suas mãos amorosas, e que o Senhor crie um laço eterno e inseparável entre o Senhor e nós.
Permita-nos ser capazes de desfrutar quando o Senhor desfruta, sofrer quando o Senhor sofre, agir quando o Senhor age, e lutar ao lado do Senhor. Ansiosamente esperamos e desejamos que o Senhor crie um relacionamento eternamente irrevogável e inseparável conosco.
Sabemos que inúmeros de nossos antepassados trabalharam duro para criar um relacionamento com o Senhor. Ansiosamente esperamos e desejamos que o Senhor nos estabeleça como aqueles nos quais o Senhor pode ter deleite, abraçar e amar eternamente, guiando-nos para criarmos um relacionamento eterno e inseparável de amor com o Senhor.
Sendo que hoje é um dia sagrado, por favor, execute um trabalho indireto. Através de estabelecermos um relacionamento de unidade com Seu coração amoroso, por favor, permita que os trinta milhões de pessoas recebam a mesma graça e entrem em Sua realidade de amor.
Sabemos que há muitos irmãos e irmãs que estão preocupados e orando para Seu benefício diante de altares ocultos. Por favor, permita que eles estejam enredados em uma linha de vida inquebrável. Por favor, conduza esta reunião para ser um momento para formar um vínculo estreito no jardim amoroso de Seu agrado. Pai, ansiosamente esperamos e desejamos isto.
Neste momento, nos dedicamos inteiramente ao Senhor. Tome-nos como sendo Seus. Permita-nos ser as pessoas que formam uma unidade eterna e inseparável a partir de Seu coração.
Pai, ansiosamente esperamos e desejamos que o Senhor permita que este seja um momento quando podemos restaurar a verdadeira alegria do coração, esvaziando tudo de nós mesmos e preenchendo nossas mentes e corpos com o que é Seu.
Por favor, garanta Suas mãos de bênçãos sobre todos nós. Oramos no nome do Senhor. Amém.
Oração
Pai, quando estou para proferir a palavra que o Senhor tem garantido aos filhos que o Senhor reuniu, por favor, seja o Mestre de nossas mentes e o Regente de nossos corpos.
Pai, temos visto a palavra que Jesus falou 2.000 anos atrás no momento desolado quando, tendo perdido o padrão para esperança, ele teve que decidir ir para a cruz.
Pai, embora esse tempo passou, sabemos que o mundo do shimjung transcende tempo. Permita que Sua ira sobre ter perdido Jesus seja expressa como nossa ira. Permita que os trinta anos da vida de Jesus reapareçam em nossa própria vida.
Pai, ninguém na terra sabe que a falta de cumprimento de nossos antepassados de sua responsabilidade diante do Céu se tornou uma tristeza eterna. Embora o Senhor tenha reunidos estas pessoas indignas, apresentado a elas o shimjung celeste com muitas palavras, e ensinou a elas tudo através de revelar Sua situação, não temos nada a oferecer ao Senhor. Não possuímos nada. Permita-nos compreender que a punica coisa que podemos oferecer ao Senhor é ser um sacrifício vivo que morrerá com disposição.
Guie a nos movermos de mãos dadas como a tribo celeste, com nosso coração se movendo com Seu coração, nosso shimjung se movendo com Seu shimjung. Conceda-nos um coração ansioso que pode, não somente lamentar a traição de Seu filho, mas que pode também receber Seu filho novamente. Pai, esperamos e desejamos sinceramente que esses corações zelosos aparecerão nas mentes e corpos desta audiência.
Pai, eu gostaria de falar Sua Palavra neste pouco tempo que o Senhor nos concedeu. Por favor, permita que os corações do orador e ouvintes da palavra se tornem unidos.
Pai, esperamos e desejamos sinceramente, sabendo que não importa quão excelente seja a palavra, ela não tem nada a ver conosco até que crie um relacionamento com nossos corações.
Sendo que sabemos que esse relacionamento pode ser criado somente quando o Senhor vem até nós, solicitamos que o Senhor assuma o controle do início ao fim. Pedimos que o Senhor abrace os irmãos e irmãs espalhados pelo país com o mesmo peito e os domine com a mesma graça. Oramos no nome do Senhor. Amém.
O Cristianismo teve uma conexão profunda com montanhas por toda a história. Eu falarei a vocês sobre o tema “O Coração Triste de Jesus quando Ele Foi para a Montanha.”
Vocês devem conhecer bem a cena da Transfiguração a partir do texto da Bíblia. Por favor, reimaginem a figura de Jesus quando ele subiu para o Monte da Transfiguração.
Subindo para o topo da montanha, Jesus representava toda a providência da história, sua própria época contemporânea, e todos os descendentes do futuro. Entretanto, eu gostaria que vocês lembrem que ele subiu a montanha com um coração triste e solitário, ao invés de alegre.
Devemos saber que este evento não afetou somente aquele momento. Ele foi um momento quando uma decisão crucial foi feita que teve implicações para a época antes de Jesus, a época de Jesus, e a época após Jesus.
Jesus e a Montanha
Sabemos bem que Jesus visitou altas montanhas sempre que era confrontado com assuntos sérios.
Jesus, que recebeu as três tentações de Satanás após jejuar por quarenta dias, teve que discriminar claramente entre frente e atrás, esquerda e direita, com preocupação e consideração pelo Céu, a humanidade e todas as coisas. Para Jesus, que carregava essa responsabilidade, aquela cena foi importante e trágica na qual ele teve que distinguir entre Céu e Satanás, entre assuntos celestes e assuntos satânicos. Jesus foi levado por Satanás até o topo de uma montanha para o teste.
As montanhas que figuraram na vida de Jesus foram: a montanha onde Satanás o conduziu a escalar no deserto, o Monte da Transfiguração, que ele escalou a fim de decidir diante do Céu a questão de carregar a cruz, e o jardim do Getsêmani perto das encostas do Monte das Oliveiras, onde ele ofereceu uma oração decisiva para percorrer o caminho mortal de Gólgota. Devemos lembrar isto.
Teremos que considerar como Jesus se moveu, quão triste estava seu coração, e com qual semblante Jesus apareceu quando ele foi para a montanha. Deveremos refletir profundamente sobre a figura de Jesus quando ele foi para o deserto 2.000 anos atrás. Do contrário, não seremos capazes de entender seu coração desesperado quando ele trilhou o curso de luta contra Satanás.
Jesus derrotou Satanás nas três tentações no deserto e alcançou a vitória final em uma montanha. Devemos compreender que os passos de Jesus ao seguir para o deserto, após ser rejeitado pelo escolhido João Batista, seus seguidores e a nação judaica, foram trilhados com um coração de tristeza como ninguém na terra jamais experimentou.
Jesus apareceu como o único filho do Céu, aquele que resolveria os 4.000 anos, e a marca da vitória que Deus poderia se orgulhar diante da época e dos descendentes de incontáveis gerações. Devemos lembrar o coração triste de Jesus quando ele foi para o deserto sozinho, sem um amigo, deixando para trás o povo, a igreja, o escolhido João Batista, e a família de José.
Jesus seguiu em frente com a determinação e o senso de missão para estabelecer as condições históricas de indenização. O que ele pensou durante os quarenta dias de jejum? Ele sentiu um agudo senso de responsabilidade para restaurar através de indenização, por ele mesmo, o lamentável curso dos antepassados. Devemos compreender isto.
No processo das três tentações, o que Jesus deve ter pensado quando ele foi conduzido ao topo da montanha por Satanás? Ele subiu a montanha com um coração sério, preocupado sobre todo o curso histórico de 4.000 anos, lutando para saber se ele poderia subjugar Satanás segurando o definitivo escudo da vitória.
Quando ele estava caminhando pelo deserto, Jesus deve ter pensado sobre como, após a expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden e suas perdas, seus descendentes tiveram que vagar em busca do jardim. Ao pensar sobre os antepassados históricos que tinham vivido em um jardim de dor após a expulsão de Adão e Eva, ele teve que pensar seriamente sobre a montanha.
Jesus deve ter lembrado a lealdade de Noé, que apareceu 1.600 anos após Adão e Eva, e construiu a arca no Monte Ararat, suportando todas as dificuldades por 120 anos para restaurar a expulsão de Adão e Eva. Jesus pensou sobre como foi por causa do Messias, o próprio Jesus, que Noé tinha vivido essa vida. Jesus deve ter pensado sobre quão duro Noé trabalhou na montanha, esperando pelo próprio Jesus.
Refletindo sobre a Lealdade dos Antepassados que Estiveram na Montanha, Jesus Fez uma Determinação
A seguir, Jesus teve que pensar sobre Abraão, que seguiu para a montanha depois que ele errou com o sacrifício, e foi ordenado oferecer Isaque. Ele não pôde evitar refletir sobre o trágico coração de Abraão, que enganou Isaque e o levou para o Monte Moriá.
Por quem Abraão teve que oferecer seu único filho Isaque como um sacrifício? Jesus deve ter refletido sobre como isso foi, é claro, pelo Pai e o Messias.
Então Jesus deve ter lembrado de Moisés. Moisés seguiu através de quarenta anos no palácio do Faraó e quarenta anos de dificuldades no deserto de Midiã. Ele deve ter imaginado a cena na qual Deus apareceu ao triste Moisés na sarça ardente, ao pé do Monte Horebe, e fez uma nova promessa.
Ele não pôde deixar de recordar as cenas nas quais Moisés encontrou Deus no Monte Horebe e formou um vínculo imutável com ele, como também a cena na qual Deus e Moisés criaram um relacionamento, através da providência de Deus para erradicar o inimigo Satanás do universo. Ele não pôde deixar de lembrar a lealdade de Moisés ao servir a Vontade.
Quando Moisés recebeu a ordem para conduzir o povo de Israel do Egito até a abençoada terra de Canaã, ele era um homem idoso de oitenta anos, exausto de sua vida no deserto. Contudo, seu olhar e figura foram consumidos com o shimjung do Céu. Jesus não pôde evitar lembrar o padrão do coração de Moisés.
Além disso, depois de ter levado as 600.000 pessoas para o deserto onde havia privações, Moisés tinha a responsabilidade de persistir até o fim e trazê-las para a terra de Canaã. Preocupado que elas poderiam ser o caminho errado, Moisés foi para o Monte Sinai. No topo da montanha, Moisés fez um jejum de quarenta dias e orou. Depois disso, ele desceu com a Palavra de Deus. Jesus não pôde evitar lembrar Moisés nesta situação.
Ele não pôde evitar refletir que era somente para o benefício do Pai Celeste, somente para o benefício de pavimentar a estrada para o Messias e de estabelecer um estado restaurado através do povo escolhido que Moisés fez o jejum de quarenta dias e orou no Monte Sinai.
Por quem Elias confrontou os sacerdotes satânicos de Baal no Monte Carmelo? Jesus refletiu que foi para o benefício de Deus e de si mesmo que os antepassados foram para o topo da montanha e oraram diante do Céu em um confronto. Refletindo sobre essas conexões históricas com montanhas, Jesus sentiu um coração sério. Hoje também deveríamos refletir sobre o mundo do coração de Jesus.
As pegadas de Jesus quando ele foi levado por Satanás no curso do deserto não foram tomadas com pensamentos autocentrados. Como vocês sabem através do Princípio Divino, Jesus foi para o topo da montanha com a intenção sincera de restaurar o ambiente individual e o mundo através desses processos simbólicos. Deveríamos saber que Jesus seguiu Satanás até o topo da montanha com a determinação de enfrentar um grande desafio e com o coração para estabelecer a tradição como o novo antepassado da história e herdar o shimjung celeste.
Jesus tinha um coração mais sério em relação à Vontade do que qualquer outro. Devemos saber que ele foi para o deserto com um coração ardente para capturar e subjugar Satanás, com uma determinação mais firme do que qualquer antepassado na história. Devemos saber que Jesus ficou sozinho no topo da montanha.
Quando Jesus refletiu sobre o curso histórico, ele sentiu que tinha que fazer uma determinação séria. Quando pensou sobre a nação de Israel, ele sentiu um senso histórico de responsabilidade e um coração de tristeza inexprimível.
Deus enviou João Batista para a terra e fez que ele pavimentasse o novo caminho para alcançar a Vontade celeste. Embora ele foi enviado para preparar para o Messias, João não acreditou em Jesus. Como resultado, o povo escolhido que devia cumprir a responsabilidade da época, representando a história do povo que Deus tinha escolhido, abençoado e conduzido por 4.000 anos, os israelitas, desapareceram. Devemos entender que Jesus tinha que recuperar o povo perdido.
Nessa posição, Jesus não pôde evitar ficar frustrado. Pensando sobre todo o povo e grupos escolhidos, ele não podia evitar ficar triste. Entretanto, examinando a motivação e origem, e sondando o shimjung histórico até aquele momento, Jesus sentiu que Satanás era aquele que causou essa complicação. Jesus enfrentou o desafio satânico com uma firme determinação para vencer uma vitória decisiva sobre Satanás. Vocês nunca devem esquecer uma cena dessa gravidade.
A Posição Solitária de Jesus, que Teve que Seguir para a Montanha Novamente
“Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares,” (Mateus 4:9) e Jesus rejeitou resolutamente Satanás. Desta maneira ele estabeleceu o padrão de vitória diante de Satanás. Vocês devem considerar a situação de Jesus. Desta forma, ele obteve o padrão do ser que poderia conectar com as tristezas da história e da época. Então Jesus teve que descer a montanha e procurar pelo Israel escolhido e a igreja judaica, como base para a conexão histórica.
Jesus foi até os israelitas e as igrejas judaicas com o padrão vitorioso do curso no deserto, contudo, eles não o receberam. Ao invés de recebê-lo, eles o perseguiram onde quer que ele foi. Ele encontrou oposição e ridicularização. Ter que ir para o curso do deserto após ser rejeitado na primeira vez já era suficiente para provocar ressentimentos e raiva. Quando Jesus viu a igreja judaica e a nação israelita se opondo a ele, aquele que tinha retornado a eles com uma vitória sobre Satanás, seu coração foi consumido com inexprimível dor e tristeza. Devemos contemplar a posição e situação de Jesus.
Em circunstâncias difíceis de perseguição, para retornar a nação e a igreja a Deus, Jesus orou no topo da montanha e lutou contra Satanás durante seus três anos de vida pública. Contudo, ele não viu nenhum fruto. Consequentemente, ele finalmente subiu o Monte da Transfiguração com o coração de despertar o povo ignorante, mesmo se ele tivesse que empreender sua morte.
Após compreender que nenhum esforço humano traria o resultado, ele se apresentou com um coração ardente para salvar o povo, que tinha os laços da história e da época, e que estavam ligados com o shimjung celeste. Ele estava determinado, mesmo se tivesse que morrer como um sacrifício e derramar seu sangue e carne, mas o lugar que ele visitou com esse coração não foi um grande palácio. Não foi a casa de um discípulo que o recebeu, nem a casa de pessoas do estado, nem a casa de um membro da igreja judaica. Foi uma montanha, o Monte da Transfiguração. Vocês devem olhar cuidadosamente para o coração triste de Jesus enquanto ele andava de um lado para outro sem nenhum lugar para ir.
Jesus teve que tomar o lamentável curso do deserto, porque os antepassados não tiveram fé e falharam em conduzir suas responsabilidades. Embora ele vagou por três anos procurando aquele que poderia entender o coração celeste, ele falhou e teve que ir para a montanha novamente. Devemos refletir sobre o coração triste e pegadas de Jesus hoje. Quando Jesus foi para o deserto, ele foi para abraçar a nação com o padrão de vencer sobre Satanás. Entretanto, quando ele foi para o Monte da Transfiguração, ele descartou todas as resoluções anteriores e decidiu dar seu corpo para a nação, determinado a enfrentar a morte. Se alguém pode imaginar a figura e coração de Jesus quando ele subiu a montanha, então, se alguém pode experimentar a tristeza como sua própria, e contemplar Jesus com esse coração, ele será capaz de experimentar a tristeza de Jesus em relação ao Céu, a nação e a igreja.
A Base da Subida de Jesus ao Monte da Transfiguração e Sua Séria Determinação
Quando Jesus subiu o Monte da Transfiguração, ele estava acompanhado por três discípulos. Embora eles foram escolhidos como representantes da nação, eles falharam em estabelecer qualquer condição de apoio para Jesus na rota da montanha.
Quando Jesus foi para o deserto, anjos o serviram. Quando ele ascendeu ao Monte da Transfiguração após lutar pela nação, determinado a morrer por ela, até mesmo os três discípulos falharam em servi-lo. Considerando isto, não podemos evitar sentir que a vida de Jesus, que começou e terminou em tristeza, estava cheia de emoções.
Jesus ajoelhou-se e orou ao Céu que ele seguiria Sua Vontade até os limites de suas forças e com todo seu esforço. Embora ele seguiu o curso de três anos de vida pública com maior dedicação, lealdade, sinceridade e esforço do que qualquer antepassado na história, Jesus foi expulso pela nação e a igreja. Mesmo sem parentes ou discípulos ao seu lado, ele ainda viveu uma vida de oração aos olhos do Céu.
Vocês devem saber que o shimjung de Jesus era tal que, em vez de sentir tristeza por sua posição solitária, ele lamentou que o resultado dos esforços de Deus pela humanidade durante os 4.000 anos fosse tão escasso e sentiu tristeza ao expressar seu coração ao Céu.
Para Jesus, consumido com esse shimjung, o ressentimento em relação a nação, a igreja ou Adão e Eva decaídos estava fora de questão. Devemos saber que Jesus não teve tempo suficiente para guardar rancor contra ninguém.
No passado, os antepassados tinham recebido console do Céu em sua dor. Jesus compreendeu que não podia expressar tristeza em oração, embora ele estivesse em uma posição de tristeza. Eu penso que, antes de uma oração, os joelhos de Jesus estavam molhados com lágrimas. Ele chorou como seu fosse o pior pecador no céu e terra. Estando na rota da derrota, sem ter estabelecido a condição vitoriosa para Deus, Jesus teve que ir para o Monte da Transfiguração, sozinho, com tristeza e súplicas pelo Céu. Ele não podia abrir sua boca e orar.
Sendo que a figura e situação estavam cheios de emoções, Deus enviou Elias e Moisés para discutir com ele a morte de Jesus em Jerusalém. Jesus sabia que o Céu e seus discípulos seriam afligidos sobre sua morte. Preocupado sobre o povo e seus descendentes, ele lamentou para o benefício do passado, do presente e do futuro. Querendo salvar o povo judeu mesmo através de sua morte, Jesus apareceu diante de Deus com um coração de oração semelhante ao de Elias quando ele clamou, “Pai, só fiquei eu.” O coração de Jesus estava verdadeiramente triste.
Sabemos que bem que nossos antepassados deixaram uma história triste quando eles trabalharam para o benefício do Céu até hoje.
Deus queria que os discípulos no Monte da Transfiguração percebessem que eram de uma tribo pecadora e se preocupassem sobre a tristeza da nação com o mesmo coração de Jesus. Embora Deus quisesse que eles consolassem Jesus e orassem para seu benefício, seus pensamentos eram diferentes. Esta tem sido a realidade do curso histórico seguido por nossos antepassados até hoje.
Depois que ele foi notificado sobre sua morte iminente em Jerusalém, Jesus se preparou para o dia da morte. Ele sentiu o dia da morte se aproximando cada vez mais, e a situação se tornando cada vez mais caótica. Vendo que um de seus discípulos o trairia, Jesus sentiu seriamente a necessidade de concluir todos os seus assuntos na terra antes de seguir para a cruz. Sua mente e corpo estavam imersos nesses sentimentos.
Sendo que ele sabia que tinha a responsabilidade como o Salvador para seguir o caminho da morte, ele tinha que estabelecer a direção a seguir após a morte. Jesus se preocupou que, mesmo após sua morte, as tristezas da história, da época e do futuro não desapareceriam, mas ainda permaneceriam. Vocês devem saber que o coração de Jesus estava mais sério do que em qualquer outro momento.
Não houve ninguém na terra que entendeu o coração de Jesus. Nenhum dos discípulos entendeu essa situação. Deus era o único que conhecia a situação de Jesus. Assim, Jesus carregou um coração triste sobre o qual ninguém mais sabia, e ele carregou o rancor da história, da época e do futuro. Ele foi colocado em circunstâncias miseráveis nas quais as paredes de infortúnio e nuvens escuras bloqueavam seu caminho, e ele foi conduzido para a morte. O coração de Jesus deve ter sido mais triste e indignado do que qualquer outro na terra.
Pai, se Possível
Por quem Jesus veio à terra? Embora ele veio para o benefício da história, da época, da nação e da igreja, seu caminho estava cheio de emoções. Sendo que ele sabia que sua tristeza não acabaria simplesmente como sua própria, mas se expandiria como a tristeza da história, da época e do futuro, ele estava consumido com ansiedade.
Por esta razão, Jesus foi para o jardim do Getsêmani. Devemos ser capazes de sentir tristeza sobre este assunto. O lugar onde Jesus, o Salvador de todas as pessoas e o Rei dos Reis, compartilhou sua tristeza final não foi o lar de um discípulo. Não foi em uma igreja judaica e nem um palácio do estado judeu. O lugar para o qual ele foi decidir tudo em consulta com Deus foi o jardim do Getsêmani, onde não havia nenhum visitante naquela noite. Devemos saber isto.
Nós, crentes nos últimos dias, devemos derramar lágrimas de tristeza, para o benefício de Jesus no jardim do Getsêmani. Devemos ter um coração ansioso pela figura desse Jesus. Vocês devem saber que somente desta forma vocês podem criar uma conexão com Jesus, que chorou com tristeza histórica para o benefício da época e do futuro, que clamou três vezes com sangue e suor, em total miséria.
Quando Jesus orou a noite toda, “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice,” (Mateus 26:39) ele deve ter ficado indescritivelmente indignado e triste. Considerando que 4.000 anos de história tinham colapsado, a nação de Israel tinha perecido, o fundamento providencial dos 4.000 anos havia desmoronado, e a igreja judaica tinha caído, o sangue e suor de Jesus foi o que conectou a distância da história. Seu sangue e lágrimas preencheram a lacuna da história. Devemos saber que o povo judeu não pôde então nem mesmo sonhar sobre isto.
Os discípulos de Jesus ao menos fizeram uma promessa de segui-lo onde ele fosse. Quem herdou o coração triste de Jesus? Que criou uma conexão com sua situação miserável de sangue e lágrimas? Não houve ninguém na terra. Vocês devem saber que Jesus executou esta tarefa sozinho. Não houve ninguém para herdar seu shimjung.
Assim, confrontado com a morte, Jesus orou três vezes diante do Céu no jardim do Getsêmani: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.” (Marcos 14:36) Esta súplica queimou Céu e terra. Esta palavra grave foi proferida para evitar que o mundo das trevas viesse com poder e autoridade.
Assim, a oração no jardim do Getsêmani nunca terminará. Por todas as épocas e séculos, esta voz comovente e sangrenta da súplica final sempre permanecerá viva no coração humano. Deus está trabalhando duro, esperando pelo dia quando seu shimjung ressoará com o shimjung de Jesus, que clamou, “Oh, Céu.”
Os crentes nos últimos dias devem herdar o grave e histórico shimjung de Jesus quando ele orou no Monte do Calvário e no jardim do Getsêmani. Eles devem despertar os cristãos que estão na posição dos três discípulos dormindo no jardim do Getsêmani. Vocês devem saber que essa época está se aproximando.
Com o mesmo shimjung de Jesus, que orou no jardim do Getsêmani, “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice,” (Mateus 26:39) vocês também devem orar, “Pai, se é possível, não deixe nosso Messias ser levado para a cruz.”
A Montanha: Solo para o Sangue e Lágrimas de Jesus
Quando Jesus orou três vezes, “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice,” (Mateus 26:39), não houve ninguém que orou com o mesmo shimjung: “Pai, se é possível, permita-me ser levado para a cruz ao invés de Jesus.” Vocês devem saber que não houve nenhum crente ou pessoa escolhida capaz de oferecer essa oração.
A vida de Jesus foi uma continuação de graves eventos como aqueles na montanha, sem qualquer alegria. Sempre que ele estava sozinho, Jesus visitava os vales do Monte das Oliveiras. Sempre que estava triste, ele fazia um sermão silencioso, tendo uma floresta silenciosa como sua amiga. Devemos saber que ele nunca teve um lugar livre onde ele pudesse compartilhar o profundo de seu coração com alguém.
Sempre que Jesus vinha até o Pai no topo da montanha, ele vinha com tristeza. Entretanto, em meio a esta angústia, ele tinha esperança. Qual deve ter sido? Pensando que todas as montanhas e riachos estavam ligados às lágrimas de Deus e com os corações miseráveis dos antepassados, ele esperava que as montanhas e riachos pudessem formar um altar de alegria e glória, e oferecer canções de vitória, ao invés de ser lugares de tristeza e lágrimas. Esta era a esperança de Jesus. O que devemos sentir, olhando para as montanhas? Considerando que nossos antepassados tentaram terminar toda a história de tristeza nas montanhas com grave determinação, vocês devem ser capazes de sentir que as montanhas esperavam que os antepassados vencessem sobre o mundo satânico. Vocês devem considerar que a montanha é onde Jesus orou para estabelecer um padrão de vitória em cada cena. Ele deve ter esperado pelo dia quando pudesse estabelecer um altar de vitória e glória na montanha e dizer, “Pai, receba glória através de mim.” Compreendendo isto, quando vocês veem uma montanha, vocês devem sentir que este foi um solo de sangue e lágrimas de Jesus.
Talvez Jesus até mesmo implorou com uma folha de grama e com uma pedra no jardim do Getsêmani. Assim, a grama e a pedra puderam entrar em contato e estar imersas no shimjung de Jesus, que orou a noite toda. Contudo, as pessoas não puderam. Devemos entender isto.
Além disso, lamentando que nos transformamos em pessoas de tristeza, e compreendendo nossa vergonha diante de todas as coisas e montanhas, nunca devemos ser como o povo judeu, que expulsou Jesus para a montanha, quando o Senhor retorna à terra. Devemos servir o Senhor na família, na sociedade e no estado. Devemos servi-lo em todos os lugares: nos campos, montanhas, e até mesmo no topo das montanhas. Vocês devem servir o Senhor como pessoas de alegria e glória na presença do Céu. Vocês devem saber que possuem a responsabilidade de criar um ambiente onde as palavras do Senhor podem ser as palavras de alegria e amor, ao invés de palavras de tristeza.
As montanhas têm traços de lágrimas de Deus, que lamentou sobre a história de tristeza, clamando, “Montanhas! Montanhas e riachos!” Quer seja a terra, todas as coisas, o curso histórico ou esta época, não há nada que Deus não veja através de Seus olhos de tristeza. Deus trata qualquer ser na terra com um coração de lamentação.
Senhoras e senhores! Vocês devem entender as tribulações de Jesus, que começou na montanha e caminhou na direção de outra montanha. Jesus teve uma condição vitoriosa a partir do topo da montanha e no ambiente de vida. Vocês devem saber que Jesus esperava pelo dia para servir Deus na montanha.
Este era o shimjung histórico de Jesus, sua caminhada durante sua época. Era a esperança de Jesus, que foi para a montanha e orou para estabelecer o padrão de vitória. Devemos saber isto.
Além disso, devemos lutar contra Satanás, no lugar de Jesus, no curso de deserto de hoje. Devemos ser capazes de lutar com nossas vidas para o benefício da nação e do mundo no lugar de Jesus, que lutou no Monte da Transfiguração. Devemos ser capazes de clamar ao Pai Celeste com um coração de Jesus, que criou uma conexão histórica para enfrentar a morte no jardim do Getsêmani. Com um shimjung que vai explodir nossos corações, devemos herdar o shimjung do Céu, que deseja criar uma conexão com esta terra.
Vocês devem lembrar que a menos que se estabeleçam como aqueles que podem se conectar com o shimjung de Deus, os esforços de Jesus na montanha serão em vão.
Oração
Pai, sabemos que em busca da religião, a humanidade precisa de belas e grandes montanhas. Sabemos bem que as grandes figuras da história tiveram relação com montanhas, compartilhando suas situações com montanhas e determinando os padrões de vida e morte, e vitória e derrota nas montanhas.
Aprendemos que Jesus visitou o topo de uma montanha como o representante da humanidade e lá suplicou ao Céu do fundo de seu coração.
Quando compreendemos as conexões históricas com montanhas, por favor, permita que muitos filhos e filhas de Deus apareçam no topo das montanhas da península dos 3.000-li. Guie-os para serem pessoas orgulhosas que podem retornar a glória da vitória ao Senhor, e indenizar os solos históricos de ressentimento sobre o que ocorreu nas montanhas.
Para sermos tais pessoas, sabemos que além de nós mesmos, nossas famílias, nossas sociedades, nossas religiões, nações e mundo devem todos seguir para o topo da montanha. Por favor, guie para nos assemelharmos ao coração de Jesus, subindo e descendo as montanhas para o benefício de céu e terra, e seguir suas pegadas. Permita nos tornarmos os filhos que podem lutar com fidelidade até o dia que estabelecemos um altar vitorioso no topo da montanha e cantamos “Hosana.” Vamos lutar sem exaustão ou arrependimento.
Pai, sabemos que se temos essa determinação, o Senhor nos ajudará. Conduza-nos a seguir através de qualquer complicação com única mentalidade. Faça-nos verdadeiros filhos e filhas que podem, sob Sua solicitação, vir e assumir responsabilidade de conectar com Seu coração no serviço de Sua Vontade. Oramos tudo isto no nome do Senhor. Amém.
- Posse de Deus e Nossa Posse
- Vamos Buscar e Estabelecer a Terra Abençoada que Deus quer Administrar
- A Humanidade Vagueia em Busca da Verdade
- O Coração Triste do Céu
- Vamos Recuperar a Nação Vitoriosa
- Deus e a Humanidade Deveriam Viver Juntos
- Oh, Para Onde Eu Deveria Ir?
- O Coração Triste de Jesus Quando Ele Foi para a Montanha
- A Encarnação de Jesus, Um Pioneiro
- Vamos Entender Deus, que Queria se Orgulhar
- Vamos Abrir Nossos Olhos Mais Uma Vez e Contemplar o Céu
- O Reino do Céu Ideal, Nossa Esperança
- Vamos Amar o Céu e Nos Tornar Patriotas
- Vamos Parar em Nossos Passos e Contemplar Aquele que Está nos Protegendo