Seção 2. Os 72 Casais
2.1. O Significado da Bênção dos 72 Casais
É verdade que tudo, até agora falhou, devido unicamente à falha dos primeiros antepassados em cumprir a sua responsabilidade? Não, isso não é verdade. Evidentemente que os primeiros antepassados cometeram erros, mas essa não foi a única razão; os irmãos Caim e Abel também erraram.
Portanto, os 72 casais foram estabelecidos para permanecer na posição dos irmãos Caim e Abel, perante os 36 casais. Através da bênção, os 72 casais puderam permanecer no fundamento horizontal na terra, estabelecido na geração de Jacó. Assim, os 72 casais foram estabelecidos no padrão restaurado, como Caim e Abel, centrados na família.
Devido a isto, as famílias de antepassados, de linhagem direta, até à data, podiam ser manifestadas na terra, na forma de famílias restauradas. Através disto, um importante centro foi determinado. Com base nas doze famílias, o começo do modelo das tribos de Israel, pôde finalmente acontecer. Como estabelecemos os 72 casais, podemos hoje preparar o fundamento sobre a terra, centrados nos antepassados. (47-197, 28/08/1971)
Porque era a vontade da providência, organizar famílias, de acordo com o modelo dos dois filhos, perante os antepassados, 72 casais, que é o dobro dos 36 casais, foram estabelecidos. No curso vertical da história, o que não foi cumprido na família de Adão, devia ter sido completado pelas famílias de Caim e Abel, mas elas falharam.
Em outras palavras, elas falharam em estabelecer a condição de indenização. Contudo, pela bênção dos 72 casais, que seguem o modelo das famílias de Caim e Abel, o padrão vitorioso da providência vertical prolongada, pôde ser estabelecido num ponto de referência da horizontal. Pelo estabelecimento dos 36, e 72 casais, o fundamento vertical da ideologia, seguindo o modelo de Caim e Abel, pôde ser completamente estabelecido na terra. O que se segue, é a restauração do modelo vertical da família, no nível horizontal. Esse modelo de família, está sendo estabelecido para restaurar a família de Adão. (16-63, 26/12/1965)
Os 36 casais estabeleceram o padrão de ter restaurado todos os insucessos das 36 gerações, e assim, tornaram-se os antepassados. Porém, não é suficiente ter os 36 casais como antepassados. Onde começou a luta? A primeira luta ocorreu entre Caim e Abel, os dois filhos de Adão e Eva.
Foram eles que destruíram o mundo e o tornaram do modo como hoje existe.
Eu quero dizer com isso, que eles criaram um mundo, no qual todos os seus descendentes estão em constantes lutas entre si. Isto tem que ser restaurado por indenização. Para isso, temos que estabelecer a condição que os filhos e filhas das 36 gerações, se uniram, pacificamente, perante Deus. Foi por essa razão que estabeleci os 72 casais, que é o dobro do número 36, e representa a separação em Caim e Abel. Através do estabelecimento dos 72 casais, foram preparadas as bases históricas dos antepassados, nas quais Caim e Abel podiam se unir, não para lutar, mas para formar um fundamento de quatro posições. Deste modo, o padrão absoluto através do qual podemos nos proteger de Satanás, foi estabelecido. Todos vocês compreendem a seriedade da posição em que se encontram os 72 casais?
Os 72 casais foram estabelecidos na base da bênção dos 36 casais, e simbolizam as famílias restauradas de Caim e Abel, centradas na família de Adão. Adão e Eva só poderão permanecer perante Deus, no fundamento em que Caim e Abel tenham se unido completamente.
Para que Adão e Eva permaneçam na posição de pais aperfeiçoados, como os antepassados da humanidade, Caim e Abel têm que se unir completamente. Os 36 casais simbolizam a ancestral família de Adão. Assim, só quando os 36 casais permanecem no fundamento das famílias unidas de Caim e Abel, poderão atingir a posição de pais. A razão pela qual os 72 casais são o dobro dos 36 casais, é porque estão nas posições de Caim e Abel. (55-167, 07/05/1972)
Quem são os 72 casais? Em algumas partes da Bíblia está escrito que Jesus tinha setenta discípulos, e em outras, 72. A verdade, é que o número correto de discípulos é 72. Com base nas doze tribos, o número seis era importante, porque com a adição dos seis líderes de clãs, duas vezes seis são doze (2X6=12) e um vezes seis é seis (1X6=6), e assim o número perfaz 72. Se fossem setenta discípulos, o número não teria coincidido com os outros números. Por isso, o número correto são 72 discípulos.
Estes 72 casais são como os filhos e filhas dos 36 casais, que são os casais centrais, assim como os antepassados. Eles são os descendentes. Podemos ver que a razão pela qual os antepassados falharam em cumprir a Vontade de Deus foi que Caim e Abel, os dois filhos da primeira família da história, falharam em unir-se, e foi por isso, que o cumprimento da Vontade foi prolongado. O fundamento de família, na qual Caim e Abel, os filhos e filhas, e os irmãos deviam ter se unido, não foi estabelecido. Então, quem são os 72 casais? Em termos numéricos, 72 é o dobro de 36.
Por isso, consideramos os 72 casais como Caim e Abel, os filhos dos 36 casais; 36 casais de tipo Abel, e 36 casais de tipo Caim, fazendo um total de 72 casais. Isto significa que eles são os casais representativos, escolhidos para restaurar, por indenização, o que os antepassados históricos falharam em cumprir, que foi a união completa de Caim e Abel. (84-140, 22/02/1976)
Os 36 casais, os 72, e os 120, formam uma equipe. Eles não podem ser separados. Os 36 casais referem-se às gerações sucessivas de antepassados. Em seguida, os 72 casais representam os filhos e filhas. Os 120 casais significam os sumos-sacerdotes das nações do mundo. Falando de modo mais simples, representam as doze tribos, as ramificações das doze tribos que se espalharam pelo mundo. O assunto em questão, consiste em unir os antepassados, Caim e Abel, e as doze tribos num só corpo. È nisto que consiste a obra da restauração. (82-234, 31/01/1976)
O “Eu” de hoje é o fruto do passado, o centro do presente, e o começo do futuro. Em outras palavras, é a forma combinada, representando as três eras. A combinação das formas separadas das três eras, resulta no número 36. Quando se multiplicam as três eras pelo número doze, obtém-se 36 casais, e como os filhos e filhas, na posição de Caim e Abel, têm que ser restaurados, com base nestes 36 casais, segue-se que 72 casais têm que aparecer seguindo. (34-262, 13/09/1970)
A questão que se levanta sempre em uma família, diz respeito à união completa dos pais e filhos. Por exemplo, na família de Adão, Adão devia terse tornado um com Caim e Abel. Para poderem se tornar uma família que pudesse permanecer na presença de Deus, em unidade completa, os pais e os dois filhos tinham que estabelecer a condição de se unirem completamente. Senão, eles não poderiam, de modo nenhum, comparecer perante Deus. É aqui, que os 72 casais, que são o dobro dos 36, têm lugar. Os 72 casais também correspondem aos 70 discípulos de Jesus. Através da restauração da família, os 72 casais foram estabelecidos para organizar uma tribo centrada nos 12 apóstolos e 70 discípulos de Jesus.
Falando de modo mais simples, os 72 casais são os modelos tribais dos doze apóstolos, e dos setenta discípulos de Jesus, restaurados na forma de famílias. Em outras palavras, os 36 casais, e os 72 correspondem, respectivamente, às doze tribos e aos setenta discípulos de Jesus, centrados nos israelitas, e assim, eles são as formas restauradas dos representantes que podiam liderar o povo israelita. Eles são também os números básicos recuperados, que Deus tinha tentado restaurar, com centro em Israel. (54-288, 26/03/1972)
Quem são os 72 casais? Antes da família poder ser restaurada completamente, as famílias de Caim e Abel têm que se unir, como uma só. Se Adão e Eva querem permanecer perante Deus, em forma perfeita, eles têm que permanecer no fundamento, na qual Caim e Abel se uniram completamente.
Os antepassados estão na posição de pais. Para que aqueles que estão na posição de pais, possam comparecer perante Deus, em perfeição, o fundamento de Caim e Abel tem que ser restaurado. Os 36 casais são os antepassados. Se os antepassados querem permanecer perante Deus, precisam de ter o fundamento das famílias unidas de Caim e Abel, e é a isto, que os 72 casais, que são o dobro dos 36, devem a sua origem.
Os 72 casais correspondem aos 70 discípulos centrados em Jesus. Uma vez que eles realizaram na terra uma esfera de indenização, a providência de Deus pode gradualmente expandir este fundamento. Logo que isto aconteça, as famílias de Caim e Abel podem unir-se completamente, com centro nas famílias ancestrais; e na história da providência, isso significa que tudo o que é necessário, centrado na família, está pronto. Isso também significa que a restauração da família foi completada. Tal é o significado da bênção dos 72 casais. (55-164, 07/05/1972)
Com a realização da bênção dos 72 casais, uma fase centrada em Deus, foi conseguida, na terra, pela primeira vez, tanto horizontal como dimensionalmente. Por conseguinte, conforme isto é determinado, o padrão central pode ser estabelecido.
O que isso significa é que o ponto central, que devia ser determinado através da providência de Deus, só pode ser estabelecido como a posição segura final,os indivíduos completamente vitoriosos da história, quando os 36 casais, e 72, se unem completamente. Uma vez que esse ponto central seja determinado, o domínio central de vitória dos antepassados, desejados por Deus durante tanto tempo, será finalmente realizado. Como esse é o fundamento perfeito, ele deve ser desenvolvido horizontalmente. (55-164, 07/05/1972)
Porque Jesus não pôde estabelecer o Reino dos Céus? Porque o seu clã, e em seguida, os seus doze apóstolos, falharam em ajudá-lo no seu trabalho.
Os seus três discípulos e os doze apóstolos falharam em ajudá-lo. Então, ele tentou construir uma ponte que conectaria a nação, centrada no seu clã, os seus doze apóstolos, e setenta discípulos, mas essa ponte desmoronouse à sua volta. Por conseguinte, ele tornou-se o Jesus que não pôde estabelecer a base ao nível da família, o Jesus que não pôde estabelecer a base ao nível do clã, e o Jesus que não pôde estabelecer o fundamento da igreja.
O problema seguinte foi que os setenta discípulos não se uniram completamente. Estes setenta discípulos representam as doze tribos e os setenta anciãos. O número correto, na realidade, devia ser 72, e não setenta. Se seis pessoas foram escolhidas de cada uma das doze tribos, o número total seria 72. Por isso, a Igreja da Unificação abençoou 72 casais. Quando se lê a Bíblia, o Novo Testamento diz que o número foi 72, enquanto que o Velho Testamento menciona 70. O número correto é 72. O número 70 está errado. (67-320, 22/07/1973)
A história da restauração é a história de Caim e Abel. Como é a história de Caim e Abel, se duas pessoas, representando Caim e Abel, são colocadas em frente de cada antepassado, pode ser estabelecida a condição, através da qual todos os erros cometidos pelos nossos antepassados, na história pregressa, podem ser indenizados. Qual foi o erro cometido pelos antepassados? Foi a falha de Caim e Abel em unirem-se completamente. Os fundamentos de fé e de substância deviam ter sido estabelecidos com centro em Caim e Abel. Contudo, o padrão de Caim e Abel, centrado nos antepassados, não foi completado, e assim, a condição através da qual isso pode ser completado, alinhado com o fundamento horizontal na terra, é a bênção dos 72 casais. (75-145, 02/01/1975)
Para que o Reino dos Céus possa ser estabelecido, a família tem que ser estabelecida. Os três discípulos e doze apóstolos de Jesus, representam as três eras – a era de formação, a era de crescimento e a era de aperfeiçoamento. Eles são, por sua vez, representados pelos 36 e 72 casais. Como Caim e Abel lutaram, centrados na família, os 72 casais têm que restaurálos, como seus representantes. Portanto, os 72 casais podem também ser considerados como os 72 povos, os representantes dos povos. (74-264, 31/12/1974)
Dentre a humanidade, há pessoas semelhantes a Adão, porque casaram de sua livre vontade; então há pessoas que seguem o modelo de Jesus, porque estão à procura de um cônjuge; e finalmente, há aquelas que seguem o modelo do Senhor da Segunda Vinda. A Segunda Vinda tem que restaurar todas as três posições. Primeiro de tudo, a família que segue o modelo da família de Noé tem que ser restaurada, porque Noé é como Abel, como Jesus, e como o segundo filho do lado de Deus, e assim, a sua família tem que ser restaurada primeiro. Os 72 casais são as formas restauradas da família de Noé, dividida em Caim e Abel.
Na luta entre Caim e Abel, o erro que Caim cometeu por não ter sido obediente a Abel não foi indenizado pelos antepassados, e assim a providência foi prolongada até agora. Para indenizar isso, o fundamento da obediência de Caim a Abel tem que ser indenizada por cada uma das famílias dos antepassados. Por conseguinte, os 72 casais têm a sua razão de ser nesta finalidade. O número 72 é o dobro do número 36. (22-192, 02/02/1969)
A finalidade do estabelecimento dos 36 casais, consiste na restauração dos 36 antepassados. Por isso, os mundos espiritual e físico unem-se num só, centrados nos 36 casais. Os 72 casais estão na posição de Caim e Abel perante os 36 casais. Quando abençoamos os 72 casais, a Igreja da Unificação estava numa posição semelhante a Jacó, preparando-se para a caminhada para o Egito, com 72 membros de sua família.
A bênção é a autorização para um novo Israel. Quando um Caim e Abel são colocados em frente de cada um dos 36 casais, o que resulta são os 72 casais. (12-46, 10/09/1962)
O padrão das três gerações, Abraão, Isaac e Jacó, tem que ser alcançado em três anos. Foi um esforço tremendo abençoar 72 casais este ano. De todos eles, eu só estou satisfeito com um pequeno número. (12-48, 13/09/1962)
- Seção 1. Os 36 casais
- Seção 2. Os 72 Casais
- Seção 3. Os 124 Casais
- Seção 4. Os 430 Casais
- Seção 5. Os 777 Casais
- Seção 6. Os 1800 Casais
- Seção 7. Os 6000 Casais
- Seção 8. Os 6500 Casais
- Seção 9. Os 30 mil casais
- Seção 10. Os 360 Mil Casais
- Seção 11. Os 3 milhões e 600 mil casais
- Seção 12. A Bênção dos 360 Milhões de Casais
- Seção 13. O Significado da Bênção dos Casais Previamente Casados
- Seção 14. Significado da Bênção de Pessoas que Foram Abençoadas com Alguém no Mundo Espiritual (Bênção de Solteiros)