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Seção 2. A Atitude Mental e Comportamento para o Servir à Deus

2.1. O Estabelecimento do Céu na Nossa Vida Diária Através do Serviço

Deus não é um Deus sonhador e conceitual. Ele não é uma conjectura. Ele está sempre conosco, conduzindo-nos na nossa vida diária, como o mestre da nossa vida. Ele também não está apenas na espera de ser servido. Ele vive uma vida pública, centrada no amor para o público. Isto parece um sonho. (168-112, 13/09/1987)

Sem servir à Deus em nosso coração, e fazer uma base onde nós, seres humanos, possamos nos unir completamente com Ele, num só corpo, não há maneira de se liquidar este mundo do diabo. Deste ponto de vista, compreendemos que o tempo em que vivemos, é a era do serviço, e a era em que a salvação é justificada pela assistência. Somos salvos através da assistir e servir. Deus não é um ser que existe nos “ares” distanciado de nós. Precisamos servir e atender a Deus como nosso sujeito em nossa vida quotidiana. (144-274, 25/04/1986)

Quantas vezes durante o dia vocês percebem a existência de Deus? Quantas vezes durante as 24 horas do dia sentem a Sua existência? Para as pessoas que dizem que receberão a salvação por servirem à Deus, é correto que sirvam-No apenas por uma o duas horas entre as 24 horas do dia? Deus é algo de que vocês precisam ainda mais intensamente do que o próprio ar. Ele é algo de que precisam ainda mais intensamente do que a água. Deus é mais precioso do que a comida. Contudo, sentem isto na realidade? (33-229, 16/08/1970)

De agora em diante, vocês devem viver uma vida de serviço. A vida de fé, até agora, trouxe salvação através da fé, mas, de agora em diante, a salvação é obtida pelo servir e atender. Originalmente, se a queda não tivesse acontecido, faríamos a nossa vida normal atendendo a Deus. Ao servi-Lo, devíamos fazê-lo com o nosso coração, diariamente. (150-294, 15/04/1961)

Temos que viver uma vida de serviço. Embora tivéssemos dado as boasvindas ao Reino do Céus da esperança, não demos as boas-vindas a um Reino do Céus no qual possamos viver em serviço e prática. Por outras palavras, não conhecíamos o Deus que é o Sujeito dos aspectos diários na nossa vida. (6-193, 17/05/1959)

Por que razão ouvimos e aprendemos estas coisas e passamos a viver uma vida de serviço? Qual foi a finalidade do tormento da humanidade durante seis mil anos? Foi para compreender as circunstâncias de Deus e o Seu coração que é manifestado através da Bíblia.
Foi para compreender que Deus se relacionou com povos e nações – sem mencionar os indivíduos – com um coração paternal, e que Ele era o nosso Pai que tinha sido ferido, tratado sem a menor consideração, rejeitado e despedaçado.
(8-253, 17/01/1960)

A Era do Completo Testamento é a era do amor. Devido a isso é que vocês podem se casar. Porque o amor conjugal não foi permitido até agora, as religiões mais elevadas não permitiam o casamento. (96-109, 02/01/1978)

Como Deus é o centro do universo, quando nos aproximamos Dele, quereremos ser governados por Ele durante dezenas de milhares de anos, ou até mesmo mais; e como este é hoje o modo de servi-Lo, os seres humanos devem ser governados por Ele. Não há maior felicidade que essa, e até agora, nem sequer tínhamos pensado nisso. (77-326, 30/04/1975)

Porque procuramos justiça pela fé, pela ação e pelo serviço? Por que sem se ser justo não se pode distinguir entre o bem e o mal. Não se separa o mundo do bem do mundo do mal. O que vem a ser então o padrão desta justiça? É Deus. Ele tem de estar sempre no centro, e assim, é necessário acreditar, agir, e servir do mesmo modo que Deus acredita, age, e serve.
Porquê?
Satanás não pode acusar as pessoas justas que são como Deus. Se vocês estão num ambiente de serviço no qual Deus crê, age e vive, Satanás não pode intervir.
Mesmo que vocês estejam no domínio satânico, se aparecer um padrão de justiça, que lhes permita estar com Deus num tal ambiente, Satanás retrocederá.
(161-219, 15/02/1987)

A Era da assistência do Completo Testamento não é a única coisa que permanece, depois da Era de ação do Antigo Testamento, e da Era de fé do Novo Testamento terem passado. Mesmo na Era do Completo Testamento, precisamos agir, ter fé, e também vivermos uma vida de serviço. É o mesmo que ter os estágios de formação e crescimento, e o estágio de aperfeiçoamento logo acima do estágio de crescimento. Isto nunca pode ser separado. (161-219, 15/02/1987)

A Igreja da Unificação afirma que a salvação se consegue através do serviço. É justificação pela assistência; em outras palavras, salvação pela assistência. Se há homens que compram ternos para cada estação, também deviam fazer isso para o Pai. Porém, como Ele não tem forma, eles deviam, em vez disso, com devoção, juntar uma oferta em dinheiro e quando as estações mudam, eles deviam oferecer a sua devoção à caixa de donativos com um coração de servir a Deus, enquanto derramassem lágrimas pela igreja, independentemente de alguém estar a olhando para eles ou não. Se puderem fazer isso, essa devoção se acumulará na arca. Isto devia tornarse uma vida que possa materializar e exprimir tais emoções, em vez de uma vida conceitual. (48-323, 26/09/1971)

Porque devíamos viver uma vida de serviço? Para podermos receber o amor de Deus. (78-28, 01/05/1975)

A vida de fé, até agora, trouxe salvação através da fé, mas, de agora em diante, a salvação é obtida pela assistência. Originalmente, se a queda não tivesse acontecido, faríamos a nossa vida normal atendendo a Deus. Qual é o porquê de ter fé? Tudo é cumprido por uma vida de serviço. Ao servi-Lo, devíamos fazê-lo diariamente, e com o nosso coração. (150-294, 15/04/1961)

Agora o problema é como criar uma nova tradição a partir da vida de serviço a Deus seja como um indivíduo, família, igreja, nação ou povo.

A era da Igreja da Unificação é a era dos pais. Estamos pavimentando a estrada, pela qual Deus pode vir, e estar presente na terra. É deste modo que faz sentido dizer que Deus vem, e nós somos salvos por atendê-Lo. É deste modo que a história progride. (177-159, 17/05/1988)

Para poder estar na posição de servir, é necessário ser capaz de oferecer consolo à Deus que até então tem estado em tristeza e ter um conteúdo interno que lhe capacite participar das circunstâncias de devoção em tristeza. Os princípios da restauração apareceram para revelar isto, e estabelecer de maneira apropriada, condições de indenização perante Deus. (17-243, 29/01/1967)

Devemos viver uma vida de serviço. Porquê? Para poder receber o amor de Deus. Por esta razão devemos servir primeiro a Deus. Devemos atendê-Lo. (78-28, 01/05/1975)

2.2. Ofendemos a Deus Quando Violamos a Lei Dele

Existe uma lei para servir a Deus. Ofendemos a Deus quando violamos essa lei. (17-285, 15/02/1967)

Os senhores têm que saber como obedecer a lei em suas vidas diárias. Deus exige que conservemos as leis do Reino dos Céus e ao mesmo tempo que temos que saber como manter tais leis, precisamos saber como vivenciar o Reino dos Céus. Como conseqüência, ao passo que temos que saber como vivenciar o Reino dos Céus, temos que nos unir através do amor destes Reino.

Aqueles que podem discernir se Deus está feliz ou triste, não podem se tornar pessoas más nem bem como também não podem violar as Suas leis nem mesmo se tentarem. Essas pessoas não serão dominadas por qualquer tentação proveniente de uma mulher bela. Não poderão cair nesse tipo de tentação. (40-294, 07/02/1971)

Porquê há hoje tantos homens e mulheres jovens e infelizes que abandonam as suas famílias? Porque o amor que está acordo com os princípios celestiais foi perdido. Por esta razão tem de aparecer o pai do céu e terra que, com base numa família, pode fazer com que Deus ocupe um lugar nessa família. (21-128, 17/11/1968)

Não pode haver nenhuma queixa do objeto na posição de servir ao sujeito.
Uma queixa seria um como agir cegamente; seria uma falha. Por conseguinte, queixas não são permitidas na vida de fé. Só deve haver gratidão. Como o Céu permanecerá sempre na posição de sujeito, não pode existir nenhuma regra ou forma de vida que esteja apartada Dele.
(58-304, 25/06/1972)

A lei dos céus é estabelecida quando a ordem é seguida apropriadamente.
Por conseqüência, na relação entre o sujeito e objeto, o Céu tem que permanecer na posição de sujeito absoluto. A pessoa que ignore esse sujeito não se pode tornar o Seu objeto. Se vocês se esforçarem para se tornarem o objeto absoluto perante o sujeito absoluto, tornar-se-ão absolutamente um com ele. Assim, ver, ouvir, sentir, e até o amor, tudo é feito em função do Céu quando se permanece na posição de objeto em relação a Ele. Tudo deve ser assim. Uma família assim, não perecerá.
(58-304, 25/06/1972)

O que restará ao final? Deus e o homem, o curso da vida entre Deus e o homem, e a visão de vida cotidiana entre Deus e o homem. Do mesmo modo, é a visão da vida entre Deus e o homem, e a visão do mundo entre Deus e o homem. Estas perspectivas não estão num lugar onde os seres humanos só vagamente conhecem Deus, mas onde os seres humanos nunca podem se separar Dele por toda a eternidade. Porquê? Como Deus e os seres humanos foram separados num lugar onde originalmente não podiam ser separados, têm que alcançar um lugar mais elevado que o da posição na qual Adão e Eva caíram. Neste lugar, devem avançar para um estágio de vida diária e um estágio global, onde Deus e os seres humanos são um só. (65-122, 05/11/1972)

Vocês têm que viver com Deus para estabelecerem a esfera do domínio vitorioso. Portanto, só poderão estabelecer um fundamento vitorioso, quando tiverem convicção absoluta, e viverem uma vida de serviço, numa posição unificada. Tal é o caminho da restauração. (14-249, 01/01/1965)